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Em jogo de seis gols Goiás e Coritiba empatam na Serrinha em Goiânia nesta quarta em jogo com lances inusitados muitas falhas e expulsão

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Sobraram emoção e lances inusitados no jogo entre Goiás e Coritiba. As duas equipes se enfrentaram na noite desta quarta-feira(09), na Serrinha, em Goiânia, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro, e cometeram muitas falhas que impediram a vitória de um dos lados. Resultado: 3 a 3.

Melhor na etapa inicial, o Coxa abriu 2 a 0 com Robson e William Matheus. Porém, um pênalti bobo e uma expulsão precoce do Coxa fizeram o Goiás virar com Rafael Moura, Ignacio Jara e Sabino, contra.

O mesmo Sabino ainda teve a chance de se redimir e, nos acréscimos, empatou cobrando pênalti.

Com o resultado, o Goiás, que tem dois jogos a menos, segue na lanterna da Série A, agora com cinco pontos. O Verdão volta a jogar no próximo domingo(13), também em casa, contra o líder Internacional. O Coritiba, com oito pontos, sai momentaneamente da zona de rebaixamento. No próximo sábado(12), o Coxa fará clássico contra o Athletico-PR.

Dono absoluto do primeiro tempo, o Coritiba abriu o placar logo aos 12 minutos depois que William Matheus cruzou e Sassá ajeitou de cabeça para Robson, que só teve o trabalho de empurrar para o fundo das redes: 1 a 0 Coxa.

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Sassá também acertou a trave aos 28 minutos. Aos 36, William Matheus aproveitou bobeira da defesa do Goiás e ampliou. Após cruzamento, Edilson recuou mal para Tadeu. O goleiro saiu de soco, mas acertou a bola em cima do lateral do Coritiba, que viu ela parar no fundo das redes: 2 a 0.

Ainda na primeira etapa, o Goiás ganhou dois presentes do adversário, que dominava a partida. Aos 44, William Matheus esticou demais o braço e bateu com a mão na bola após cruzamento para a área do Coritiba. O juiz marcou pênalti, convertido por Rafael Moura: 2 a 1. E já nos acréscimos, o zagueiro Rodolfo Filemon agrediu Rafael Moura com um coice e recebeu cartão vermelho direto.

Com um jogador a mais e precisando desesperadamente da vitória, o Goiás foi para cima e deu muito trabalho para o goleiro Wilson. O primeiro foi Daniel Bessa, que dividiu de cabeça com Jonathan e quase empatou.

O segundo foi Vinícius, também de cabeça, obrigando Wilson a fazer grande defesa. Mas o empate e a virada só saíram no fim da partida. Aos 34 minutos, Rafael Moura acionou Victor Andrade, que cruzou de primeira para Ignacio Jara. O chileno, em seu primeiro toque na bola, tirou do goleiro Wilson e empatou: 2 a 2.

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Otavio Ventureli(da redação com GE)

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Adolescente que matou com tiro na cabeça Isabele Guimarães no Alphaville é ouvida pela Justiça e mãe tem porte de arma cancelado

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A adolescente que assumiu ter atirado em Isabele Guimarães Ramos, 14, na noite de 12 de julho, é  ouvida pela juíza Cristiane Padim da Silva, da 2ª Vara da Infância e da Juventude de Cuiabá, na manhã desta quarta-feira (23).

A audiência  estava prevista para começar às 9h30, por meio de videoconferência, por conta da pandemia da covid-19.

Além da menor, que completou recentemente 15 anos, também será ouvido pela magistrada o namorado dela, o adolescente de 16 anos que levou a pistola Imbel .380 – arma usada no homicídio – para a residência da família Cestari.

Após inquérito policial, a adolescente foi indiciada por ato infracional análogo ao crime de homicídio doloso, ou seja, com intenção de matar ou quando se assume a intenção de matar.

O pai da menor que atirou na vítima, o empresário Marcelo Cestari(foto), foi denunciado no inquérito por homicídio culposo.

A jovem chegou a ser internada no Centro Socioeducativo Menina Moça, no entanto, passou pelos de 12 horas no local, conforme decisão da 2ª Vara da Infância e da Juventude de Cuiabá.

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A Justiça  concedeu o habeas corpus da menor acusada de matar a amiga Isabela Ramos, com tiro no rosto, menos de 11 horas após ela ter dado entrada no Centro Socioeducativo Menina Moça, em Cuiabá, para cumprir a internação preventiva de 45 dias.

MÃE PERDE PORTE DE ARMA

O comandante interino da 9ª Região Militar, coronel Marco Aurelio Kuster de Paula, cancelou o certificado de registro de porte de arma de Gaby Soares de Oliveira Cestari, mãe da adolescente que atirou em Isabele Guimarães Ramos, de 14 anos. O pai da menor, o empresário Marcelo Martins Cestari, também perdeu o registro em julho.

 Conforme o documento, o comando regional tomou conhecimento do inquérito policial, de 2 de setembro. Enquanto atiradores esportivos, Marcelo e Gaby Cestari tiveram os registros cassados, uma vez que são indiciados na apuração.

“Nos termos do Artigo 13 da Lei Nr 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (omissão de cautela, comprometendo a sua idoneidade, principal requisito para aqueles que desejam trabalhar com produtos controlados”, diz trecho da decisão.

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Ainda cabe recurso à Gaby, no prazo de 10 dias, para contestar o cancelamento do registro esportivo.

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