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Empresário é preso em flagrante pela Polícia Civil após assédio sexual contra uma mulher que procurava emprego em sua loja

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Um empresário dono de uma loja, localizada no bairro Jardim Leblon, em Cuiabá, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na terça-feira (27), após a vítima procurar o Plantão policial de Atendimento à Vítimas de Violência Doméstica e Sexual de Cuiabá.

O homem é acusado de abusar sexualmente de uma jovem durante entrevista de emprego.

A mulher de 18 anos levou o currículo na loja, no bairro Jardim Leblon, após visualizar o anúncio de emprego com vaga para atendente de assistência técnica, na rede social da empresa.

No local, a mulher foi recebida pelo proprietário do estabelecimento que pediu para que a vítima retornasse no final da tarde com roupa mais adequada para que ele e a gerente da loja visualizassem melhor sua aparência.

Quando a jovem retornou à loja, o suspeito estava sozinho e começou a fechar o estabelecimento, dizendo que a gerente tinha saído, mas que logo retornaria.

A partir desse momento, o suspeito passou a assediar a vítima, falando sobre as tatuagens que ela tinha pelo corpo, pedindo para que ela trocasse de roupa e colocasse o uniforme da empresa e em seguida andasse pela loja para ele avaliá-la.

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Durante a entrevista, o proprietário disse que faria um teste com ela e que cada pergunta que ela errasse teria que tirar uma peça de roupa, momento em que também começou a tocar o corpo da jovem para ver suas tatuagens. Muito nervosa e chorando, a vítima conseguiu se desvencilhar do suspeito que ainda tentou convencê-la a voltar na loja no dia seguinte.

Ela saiu da empresa e procurou o Plantão de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica e Sexual para registrar a ocorrência.

Imediatamente, a equipe policial do plantão coordenada pela delegada Jannira Laranjeira Siqueira Campos iniciou as diligências para identificar e localizar o suspeito, que foi preso em flagrante em uma residência no bairro Ribeirão do Lipa em Cuiabá.

O suspeito foi conduzido ao Plantão, onde foi interrogado pela delegada plantonista e autuado em flagrante por estupro.

“O que chama atenção é que a vaga divulgada pela empresa era para atendente, serviço realizado exclusivamente por telefone. Mesmo assim, o suspeito alegou a aparência da vítima para buscar a oportunidade para ficar sozinho com ela e praticar o abuso”, disse a delegada.

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Otavio Ventureli(da redação com OD)

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Juízes do TRE MT votam pela cassação do Deputado Estadual Carlos Avalone acusado de compra de votos e caixa dois na campanha de 2018

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Os juízes do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), Fábio Henrique Fiorenza, Bruno D’Oliveira Marques e o desembargador Sebastião Barbosa votaram pela cassação do deputado estadual Carlos Avalone(foto)  por uma possível compra de votos durante a campanha de 2018 e Caixa 2.

Contudo, a conclusão do julgamento foi adiada após pedido de vista do juiz substituto Jackson Coutinho.

Essa é a segunda vez que o julgamento foi adiado. Na última quarta-feira (02), o juiz Armando Biancardini alegou não estar “seguro” de votas as provas contidas nos autos da representação.

O julgamento deve retornar na próxima quinta-feira (10). Avalone já possui três votos contra ele. O pleno do TRE é composto por sete membros.

A representação é referente a uma abordagem feita pela equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no dia 4 outubro de 2018, às vésperas da eleição, em um veículo que estava voltando de Cuiabá para Cáceres.

Na ocasião, os policiais encontraram adesivos do então candidato, uma mochila com R$ 89,9 mil em espécie, uma agenda de campanha e diversos ‘santinhos’ eleitorais. O carro abordado também possuía um adesivo de Avalone.

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Segundo o depoimento gravado de um dos ocupantes do carro, Dener Antônio da Silva, o dinheiro havia sido retirado de um escritório em Cuiabá para pagar cabos eleitorais e que a quantia pertencia a Avalone.

No último julgamento, o procurador Erich Masson alegou que as provas indicam que o dinheiro seria utilizado para pagar cabos eleitorais, sem passar pela prestação de contas da Justiça Eleitoral, o que configura o crime de Caixa 2. Além disso, o Ministério Público Eleitoral requereu a procedência do pedido de condenação.

Masson pontuou que Luiz da Guia, outro ocupante do veículo, teria sido contratado por R$ 5 mil para trabalhar como coordenador de campanha do parlamentar na cidade de Cáceres. Segundo a prestação de contas à Justiça, o veículo em que os ocupantes estavam também foi locado para a campanha.

“O que as provas dos autos demonstram é que esse dinheiro seria utilizado para pagar cabos eleitorais. À época, se um cabo eleitoral recebesse um salário mínimo, daria para pagar 94 cabos. Acontece que a campanha do sr. Avalone gastou praticamente o limite possível para a campanha de deputado estadual. Ou seja, esse dinheiro foi utilizado para pagar cabos sem que passasse pela prestação de contas, no início de caixa 2”, pontuou.

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Otavio Ventureli(da redação com HiperNoticias)

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