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ex-Funcionária acusa advogado Cleverson Contó de uma suposta tentativa de estupro em meio a várias outras acusações de agressões a mulheres

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Eduardo Mahon, afirmou que seu cliente, o advogado Cleverson Campos Contó(foto), está ‘constrangido e indignado’ com as denúncias contra ele que tomaram as redes sociais e da imprensa nos últimos dias, mas também, por se manter em relacionamentos tóxicos e infelizes.

Até o momento foram registrados 7 boletins de ocorrência contra o advogado, não só de ex-companheiras dele, mas também de uma funcionária, que relatou uma tentativa de estupro.

Segundo Mahon, Contó tem um áudio onde uma das mulheres pede para outras irem denunciá-lo, mesmo sem provas. “Até por ele ser responsável por esses relacionamentos infelizes, qualquer relação nunca é de um só, se você entra em um relacionamento tóxico, como era o caso dele, a culpa também é dele. E tá indignado diante da articulação de áudios de uma das mulheres solicitando à outra para registrar ocorrência que a Lei Maria da Penha dispensa provas, venhamos e convenhamos que isso não passa de extorsão ou denunciação caluniosa”.

O áudio, segundo Mahon, foi enviado por Mariana Vidotto, com quem ele teve um ‘relacionamento tão breve’. Ela e a médica Laryssa Moraes foram as primeiras a realizarem as denúncias públicas contra Contó, que logo tomaram as mídias sociais e a imprensa.

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“Fazer das redes sociais uma arquibancada para linchamento antecipado numa equivocada estratégia de patrulhamento e cancelamento, não deve ser tolerado tanto quanto a ocorrência de violência doméstica. Assumi o caso desde ontem [terça-feira], perplexo com a coordenação para demolir a imagem do Dr. Contó”, afirmou Mahon.

Para ele, ‘ainda que conheçamos o poder das redes sociais, ainda não se criou a figura constitucional do juiz de facebook’ e classificou que as acusações contra Contó são gravíssimas e demandam esclarecimento, inclusive para manter a credibilidade do acusado como advogado.

“Confiamos no Poder Judiciário, que saberá identificar maquinações criminosas que podem aparentar violência doméstica, mas que não passam de exposição midiática preparatória para indenizações cíveis”, finalizou.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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