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ex-Governador Júlio Campos avalia que o TSE se precipitou ao marcar eleições para 15 de novembro durante o período da pandemia

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Com a pandemia do coronavírus, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alterou a data das eleições municipais para 15 de novembro e estuda medidas sanitárias para evitar a propagação do vírus.

Contudo, para o ex-governador Júlio Campos(na foto, a esquerda), a decisão de manter o pleito foi precipitada e deve causar uma grande abstenção de votos.

“Esta eleição ficou totalmente diferente, mudou de data, mudou de regra, não vai ter participação popular, não vai ter nada. Vai ser tudo virtual, batendo dedo contra o outro, puxando cotovelo, nem pegar na mão pode, quanto mais abraçar. É uma eleição diferente. Eu acho que o TSE precipitou em convocar a eleição para este ano”, avaliou  o ex-Governador do Estado.

Por causa das novas regras sociais, segundo Júlio, o número de abstenções vai ser ainda maior. Dados da pesquisa XP/Ipespe, divulgada no dia 18 de agosto, aponta que o coronavírus ainda assusta 71% dos brasileiros, entre um pouco preocupados e muito preocupados. Cerca de 33% da população ainda sentem “muito medo” da pandemia.

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A apreensão da população deve ter impacto direto nas urnas. Esse ano, na avaliação do ex-governador, o número deve ser entre 35% a 40% de abstenções. Em 2018, cerca de 27% dos votos foram brancos ou nulos.

“Vai haver uma abstenção estupenda. O normal é 25% de abstenção, mas desta vez vai ser de a 35% a 40%. Tem muita gente com medo de ir às urnas, ficar na fila, conversar com as pessoas. Vai ser uma abstenção muito alta, então foi um erro precipitado. Essa pandemia mudou toda a regra de convivência da sociedade brasileira”, ressalta.

Antes da pandemia, Júlio se colocou como pré-candidato a senador pelo DEM. Contudo, o ex-governador desistiu da candidatura própria e, agora, tenta emplacar a 1ª suplência do pré-candidato Nilson Leitão (PSDB). O nome de Leitão não é consenso dentro do partido e a decisão final deve acontecer na convenção partidária da sigla, no dia 14 de setembro.

Para o ex-governador, que está na política desde 1973, o momento é de mudanças. Sem abraços, beijos e apertos de mão, as articulações acontecem agora virtualmente, com o auxílio das redes sociais.

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“Eu, que sou político tradicional, que converso com o povo e abraço, não tenho perfil para disputar eleição agora nesse sistema só virtual, o dia inteiro no computador. Não é o meu estilo. Vai ser muito difícil, principalmente para um candidato a prefeito, que é corpo a corpo”, complementa.

 

Otavio Ventureli(da redação com hntnoticias)

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Sem o zagueiro Marcelo Benvenuto Botafogo viaja para Goiânia para enfrentar neste domingo(27) o Atlético GO pela 12ª rodada do Brasileirão

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O Botafogo terá um desfalque importante para o duelo deste domingo(27) contra o Atlético-GO, às 18h15, no Estádio Olímpico de Goiânia, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Com um incômodo na coxa, o zagueiro Marcelo Benevenuto(foto) sequer viaja para Goiás.

Por conta do desgaste com a sequência de jogos, o técnico Paulo Autuori deve poupar outros titulares, como Salomon Kalou. Por outro lado, o lateral-esquerdo Guilherme Santos, em fase final de recuperação de uma lesão na coxa, pode voltar à equipe justamente no lugar do marfinense.

Quem também é desfalque certo é o atacante Rhuan, que segue o protocolo médico após sofrer uma concussão na partida contra o Vasco, quarta-feira passada, pela Copa do Brasil. Nomes como Luiz Otávio, Davi Araújo e Pedro Raul podem ganhar uma chance entre os titulares no domingo.

O provável Botafogo para o duelo contra o Atlético-GO terá Gatito Fernández; Kevin, Rafael Forster, Kanu e Victor Luis; Rentería, Caio Alexandre e Honda (Luiz Otávio); Bruno Nazário (Davi Araujo), Kalou (Guilherme) e Matheus Babi (Pedro Raul).

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Otavio Ventureli(da redação)

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