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ex-Prefeito de municipio de MT que faleceu nesta terça(12) vítima de Covid 19 é sepultado com a presença apenas de familiares

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O ex-prefeito da cidade de Torixoré, em Mato Grosso,  Odoni Mesquita Coelho, 47 anos, morreu vítima da covid-19 na manhã desta terça-feira (12). Odoni,  ficou 13 dias internado, mas não resistiu e faleceu.

Inicialmente, Odoni Mesquita foi internado no Hospital MedBarra, no município de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá).

Contudo, seu quadro clínico se agravou devido a complicações no pulmão e então foi transferido para o Hospital de Brasília.

Neste momento, a família mantém contato com o hospital para providenciar o translado do ex-prefeito de Brasília até Torixoréu, onde Odoni foi sepultado, com protocolos obedecidos.

Odoni Mesquita é marido de Inês Coelho, que ganhou a última eleição no município mas foi impedida de assumir a cadeira principal da Prefeitura por conta de pendências na Justiça.

Por meio de nota, o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios, Neurilan Fraga, lamentou a morte do ex-gestor e apontou que Odoni foi um dos responsáveis pelo desenvolvimento da cidade durante seu mandato entre os anos de 2013 e 2016.

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“Lamentamos com muita tristeza a perda do amigo e nos solidarizamos com a sua família neste momento de dor”, apontou Fraga.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com assessoria)

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Sem vacina para todos Governador Mauro Mendes considera vazia a discussão sobre a obrigatoriedade da população ser vacinada

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A discussão em torno da obrigatoriedade da vacinação contra a covid-19 ainda é vazia, segundo apontou o governador Mauro Mendes(foto), nesta terça-feira (19). Enquanto não houver disponibilidade das doses para todos, não há como falar em obrigatoriedade, defende o democrata.

O primeiro lote, com 125 mil doses, chegou a Mato Grosso na segunda-feira (18). Ao todo, serão imunizadas 62 mil pessoas, inicialmente aplicadas em profissionais da saúde, idosos abrigados em asilos e povos indígenas aldeiados.

A discussão sobre a obrigatoriedade começou com a apresentação do projeto do deputado estadual Eduardo Botelho, que traz sanções para quem não for imunizado. Apesar de não ter ido para votação, a medida já trouxe bastante polêmica.

Porém, segundo o chefe do Executivo estadual, é difícil falar em obrigatoriedade da vacinação, quando há poucas doses disponíveis.

“Como temos uma escassez muito grande, acho que seria inócuo falar em obrigatoriedade. Por enquanto, a vacina é livre, não tem nenhuma recomendação nacional muito menos estadual que seja obrigatória”, defende.

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Com o recebimento das primeiras doses, o governador afirmou que não vai obrigar ninguém a receber o imunizante. Porém, não vai estocar as doses, dado a gravidade da pandemia do novo coronavírus.

“Pessoas que estão dentro daquele grupo prioritário, nós vamos fazer a disponibilidade para tomar a vacina. Se elas não comparecerem ao prazo, não vou ficar estocando vacina não. A fila anda”, adverte.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com assessoria)

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