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Fazendeira não contem lágrimas e chora ao ver o fogo devastando o equivalente a 34 campos de futebol de sua propriedade

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O número de queimadas atendidas pelo Corpo de Bombeiros não pára de crescer em Goiás. Só neste ano, mais de 9,1 mil atendimentos foram feitos pela corporação, sendo a maioria deles em mato e pastagem.

Na região central de Goiás, a fazendeira, Isauri Pereira de Jesus não conseguiu segurar as lágrimas ao ver o fogo destruindo a fazenda onde vive, em Carmo do Rio Verde, no Estado.

Ela gravou um vídeo ao registrar a destruição.“É uma tristeza ver a destruição que o fogo faz. Eu nunca passei por uma coisa dessa na minha vida”, disse.

O incêndio aconteceu no último dia 29. De acordo com Isauri, o fogo começou na fazenda vizinha e se alastrou para a dela, onde destruiu sete alqueires, o que equivale a quase 34 campos de futebol. Ao todo, ela acredita que as chamas tenham consumido cerca de 10 alqueires das duas propriedades. Ela diz que as causas do incêndio ainda são desconhecidas.

“Foram muitas horas. O fogo começou por volta de 14h, entrou noite adentro e só terminou no outro dia. É muita destruição. Muito triste. Começou no mato do vizinho e pulou para o nosso, aí foi um ‘Deus nos acuda’”, conta.

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A dona de casa relata que, apesar da destruição da vegetação, por sorte, nenhum animal da fazenda ficou ferido e as chamas também não chegaram a atingir a casa dela.

“Aqui perto tem uma usina, e o pessoal muito abençoado ajudou a gente, nós temos que agradecer muito a eles. Eles mandaram um caminhão e ajudaram a apagar o fogo. Juntou muita gente para ajudar”, se recorda.

A queimada na fazenda de Isauri entra para a estatística do Corpo de Bombeiros GO,  que já reúne 9.154 atendimentos a incêndios florestais neste ano. No mesmo período do ano passado, o número estava um pouco maior – 9.408.

Otavio Ventureli(da redação com G1)

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Oncologistas alertam que o envelhecimento é um dos fatores de risco para o câncer de mama em mulheres acima de 45 anos e idosas

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Entre todos os tipos de câncer, o que mais acomete as mulheres é o de mama. E os dois principais fatores de risco para a doença são: ser mulher e o envelhecimento, afirma a oncologista Carla Nakata.

O alerta é para que as mulheres acima dos 45 anos, e principalmente na terceira idade, intensifiquem os cuidados para monitorar a saúde, já que é nesta fase da vida que o câncer de mama é mais frequente.

“O câncer de mama pode acontecer em qualquer fase da vida, porém é mais frequente por volta dos 45, aos 65 anos de idade. Por isto, é importante o rastreamento e o diagnóstico precoce, ou seja, logo no início do câncer. A chance de essa mulher ficar curada ao longo da vida é muito alta, girando em torno de 95% a 98%, dependendo do caso. Quando eu diagnostico essa mulher em um quadro avançado as chances diminuem”, explica.

A paciente que tem o diagnóstico precoce pode precisar de menos procedimentos onerosos, e mais complicados. “Às vezes a paciente que identificou um câncer no início nem vai precisar de quimioterapia. Sem contar que ela vai ficar curada, podendo voltar a fazer as suas atividades normais, que é o sucesso do tratamento”, avalia.

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Outros fatores de risco envolvidos são a obesidade, genética (vários casos de câncer de mama na família), ou o uso de terapia hormonal para pacientes que entram na menopausa, mas para 95% das mulheres, a doença vai acontecer ao acaso.

“O fator de proteção seria a amamentação. Quanto maior o número de filhos e a amamentação, por quanto mais tempo melhor é a proteção para um câncer de mama”, ressalta.

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), são esperados 66 mil casos de diagnósticos novos de câncer de mama no País. A cada 100 mil mulheres, 61 serão acometidas com a doença. “A incidência é alta, e por isso que a gente faz esse programa de conscientização das mulheres para fazer o rastreamento do câncer de mama”.

Como detectar

O diagnóstico precoce passa por um exame de mamografia, ou ultrassom, que são fáceis e baratos. O auto exame de toque nos seios pode ajudar a paciente a perceber algum nódulo e procurar o mais breve um médico para os exames e o diagnóstico.

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“Na maioria das vezes o câncer é assintomático. O sintoma mais frequente é a mulher sentir um caroço na mama, ou na axila. Esse caroço não dói, é endurecido, fixo. Pode ficar com a mama vermelha, pele com aspecto de casca de laranja, mais grossa com pontinhos, pode haver uma inversão do mamilo, pode haver dor, mas são sintomas menos comuns”, conta a especialista.

 

 

Otavio Ventureli(da redação)

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