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Forças federais chegam nesta sexta(07) ao Pantanal para ajudar no combate ao fogo que já destruiu 100 mil hectares de vegetação

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Com área queimada de 66 mil hectares, o equivalente a 92 mil campos de futebol, o combate ao incêndio que atinge o Pantanal mato-grossense ganhou reforço de Mato Grosso do Sul.

Serão enviados, nesta sexta-feira (7), três helicópteros de médio porte das Forças Armadas, uma aeronave C130, dez militares do Corpo de Bombeiros, dez brigadistas do Ibama e dez fuzileiros navais, para se unirem às equipes coordenadas do Estado.

As equipes de combate terrestre estão atuando na região desde o dia 21 de julho. Quatro dias depois, a fumaça chegou à região metropolitana de Cuiabá, potencializa pelo deslocamento de uma frente fria pelo Sudeste do país.

Além do incremento das forças federais e do Estado de Mato Grosso do Sul, sete equipes terrestres e dois aviões de combate do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso, uma aeronave do CIOPAer, maquinários da Secretaria de Meio Ambiente, e de produtores rurais da região, pessoal e veículos do Sesc Pantanal, além da Prefeitura de Poconé estarão apoiando a Operação Pantanal 2 em Mato Grosso.

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Nesta quarta-feira (05) chegou em Cuiabá a aeronave UH-15 (Super Cougar) da Marinha para o reconhecimento e alinhamento junto ao CIMAN das estratégias de combate no local.

O comandante geral do CBMMT, o coronel BM Alessandro Borges Ferreira, disse que “o Estado de Mato Grosso, por meio das Secretarias de Segurança Pública e de Meio Ambiente já vem trabalhando de forma integrada e apoiando as ações do CIMAN e o reforço das Forças Armadas e do Governo do Mato Grosso do Sul possibilitará a otimização dos recursos para o êxito na extinção do incêndio”.

 

Otavio Ventureli(de Brasília)

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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