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Geraldo Luis conhece uma das mansões de Eduardo Costa; Sertanejo faz revelações sobre a infância e carreira

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Um dos cantores mais populares do país, Eduardo Costa abre uma de suas mansões para o Domingo Show que vai ao ar no dia 15/12 e mostra toda a sua intimidade. O artista, claro, faz uma série de revelações sobre sua trajetória pessoal e profissional. “A minha irmã tinha mais ou menos um ano e meio, dois anos… Quando eu cheguei (em casa), a minha mãe estava deitada na cama, e a minha irmã estava no terreno comendo terra. Aquela foi a cena que mais marcou a minha vida”, confessa ele a respeito de sua infância. “A minha vida é carregada de milagres, entendeu?”, completa.

Além de apresentar muitos de seus sucessos – o encontro é regado a muita música -, Eduardo Costa também fala com Geraldo Luis sobre seu comportamento em programas de TV e com os fãs. “Às vezes, você chega em um programa de TV, e você não tem oportunidade de falar tudo o que você quer falar”, afirma. “Uma coisa eu falo para você: quando você é muito fã de um artista, procure não se aproximar muito dele, não, porque você pode se decepcionar.”

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A atração também conta a história de um homem, que, depois de muitos anos, descobriu ser filho de um dos comediantes mais famosos do Brasil. Vendedor de balas nas ruas, ele, de uma hora para outra, herdou uma fortuna. Quem é este rapaz e quem será o seu pai, que, antes de morrer, foi avisado que tinha um filho?

O Domingo Show é apresentado por Geraldo Luis, a partir das onze horas (Horário de Cuiabá).

RECORDTV COMUNICAÇÃO 360º

 

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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