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Governador Mauro Mendes critica demora e cita má vontade da Anvisa para liberar vacina russa contra Covid 19 para o Estado

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O governador Mauro Mendes(foto) criticou a demora da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em liberar a vacina russa Sputink V contra a Covid-19 no país. Na última semana, o democrata e mais 11 governadores se reuniram com a agência para acelerar as tratativas, entretanto sem êxito.

“Essa não é uma ajuda aos governadores e sim para população. Parece uma má vontade, porque foi uma compra feita por governadores. É ridículo isso, é um absurdo, mas vamos continuar insistindo, trabalhando e se Deus quiser vamos conseguir colocar essa vacina no Brasil”, disse em entrevista à rádio Capital em Cuiabá.

A Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, foi autorizada para uso emergencial pelo governo russo antes mesmo do fim dos estudos clínicos. Ela já foi aprovada para uso na Argentina e em outros países da América Latina.

“É lamentável. Nós fizemos uma reunião com 12 governadores, diretoria da Anvisa e foram quatro horas de reunião. Chegou um ponto que eu perdi a paciência e pedi para que eles dissessem o que deveríamos fazer. Estamos numa guerra contra o vírus e não podemos nos apegar em burocracia”, completou.

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De acordo com o governador, o Consórcio da Amazônia, qual Mato Grosso faz parte, e do Nordeste adquiriram a compra de 37 milhões de doses da vacina contra o coronavírus, no entanto a Anvisa precisa ainda fazer a liberação. Para Mato Grosso, o governo fez a compra de 1,2 milhão de doses.

“Milhares de pessoas estão morrendo de Covid-19 todos os dias e não é hora de se debruçar sobre burocracias. Precisamos focar em soluções para salvar vidas. Se há alguma pendência, que seja resolvida de forma ágil”, declarou Mendes.

 

Otavio Ventureli(da redação com ascom)

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Brasil do “futuro”: Um dos Senadores mais sujos do País com dezenas de processos na Justiça Renan Calheiros ameaça pedir prisão de ex-Secretário da Presidência em CPI

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O ex-secretário de Comunicação da Presidência da República, Fábio Wajngarten, irritou o presidente e o relator da CPI da Covid durante seu depoimento nesta quarta-feira (12), ao ser questionado sobre frases do presidente Jair Bolsonaro contra as vacinas. Wajngarten respondeu: “Pergunte para ele”.

O relator, Renan Calheiros, queria saber se as declarações de Bolsonaro contrárias a vacinas causavam impacto na população. Renan, ameaçou pedir a pri~so do ex-Secetário da presidência.

Wajngarten evitou responder apenas “sim” ou “não”, o que fez o relator repetir a questão diversas vezes.”Você não pode dizer ‘pergunte a ele’. Você está aqui como testemunha. Sim ou não?”, disse o presidente da CPI, Omar Aziz.

“Você não pode dizer ‘pergunte a ele’. Você está aqui como testemunha. Sim ou não?”, disse o presidente da CPI, Omar Aziz.

Fabio Wajngarten deixou a Secretaria de Comunicação do governo em março deste ano, após quase dois anos no cargo..

Este é o quinto dia de depoimentos da comissão parlamentar de inquérito, que apura ações e omissões do governo federal no enfrentamento da pandemia de Covid e eventual desvio de verbas federais enviadas a estados e municípios.

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Na condição de testemunha, o depoente se compromete a dizer a verdade, sob o risco de incorrer no crime de falso testemunho.

Otavio Ventureli(da redação de Brasilia)

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