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Governador Mauro Mendes vistoriou nesta sexta-feira(02) obras de asfaltamento de 120 km de rodovia entre Cáceres e Barra do Bugres

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Mais de 120 km de asfalto entre Cáceres MT e Barra do Bugres MT vão facilitar a logística na região.

As obras, estimadas em R$ 84,2 milhões, foram vistoriadas pelo governador Mauro Mendes nesta sexta (02). Ele foi recebido pelo prefeito de Cáceres, Francis Maris e acompanhado por parlamentares e secretários de estado.

“Temos mais de mil quilômetros de rodovias sendo asfaltadas e, em 2021, Mato Grosso vai ter o maior investimento da história. Teremos recursos para melhorar ainda mais a infraestrutura, mas também para a educação, saúde e todos os demais setores”, concluiu Mauro Mendes.

Entusiasmado, o produtor rural Amarildo Merotti também acompanhou a vistoria às obras de asfaltamento na MT-343 entre Cáceres MT e Porto Estrela MT e, para ele, a pavimentação da rodovia demonstra a preocupação do governo com as demandas da população local.

“Essa é uma região que quando chovia, ficávamos sem acesso para trazer grãos para nossos animais. Tivemos promessas de muitos governos, mas esse que não prometeu, está fazendo. Estamos orgulhosos dessa administração, que está atendendo as demandas que Mato Grosso mais precisa. Não é um governo que está trabalhando em um lugar só, está dividindo obra para quem precisa em todo Estado”, afirmou o produtor.

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Foram vistoriadas as obras de pavimentação na MT-343, de responsabilidade da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) na companhia dos deputados estaduais Paulo Araújo, Valmir Moretto e Dr. João; e dos secretários de Estado Mauro Carvalho (Casa Civil), Marcelo de Oliveira (Infraestrutura), Francisco Lopes (Procuradoria Geral do Estado), Jefferson Moreno (Adjunto de Turismo) e Alan Porto (Adjunto da Educação).

ZPE de Cáceres

Outra obra do Governo de Mato Grosso em Cáceres é a construção da Zona de Processamento de Exportação (ZPE). Os trabalhos foram retomados pelo Governo do Estado no final do mês de fevereiro, após mais de 30 anos de espera. Aproximadamente 15% dos serviços já foram realizados.  Ao todo, o prazo de conclusão da obra é de 15 meses, com investimento estimado é de R$ 15,4 milhões.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com assessoria)

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Disputa eleitoral acirram os ânimos na Aprosoja e Galvan suspende reunião do Conselho Fiscal impedindo acesso aos balancetes 2020

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Em meio a disputas internas na Aprosoja que deve escolher nova diretoria em 9 de novembro, o presidente da APROSOJA,  Antônio Galvan(foto),  teria suspendido a reunião ordinária do Conselho Fiscal marcada para esta sexta (23) e os membros teriam sido surpreendidos ao serem impedidos de ter acesso aos balancetes de 2020.

Ele alega que estaria agindo para manter a segurança das informações, acusa membros do Conselho de vazarem documentos para prejudicar a imagem da gestão e diz que já procurou a Justiça sobre o caso.

“Queremos evitar uma situação de insegurança, já vazaram documentos, fazem acusações infundadas e vão ser responsabilizados judicialmente. Eles mesmos já aprovaram as contas de 2018 e 2019, qual o motivo de ir à rua e falar isso? Enquanto não se retratarem vai continuar a suspensão”, disse Galvan.

Mas os componentes do Conselho, que residem no interior, afirmam que só teriam sido informados do cancelamento após chegarem à capital e alegam que foram impedidos de ter acesso aos documentos com os balancetes da auditoria aos quais cabem a eles fiscalizar.

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A decisão teria partido da diretoria, formada por 14 membros, e assinada por Galvan. Segundo o coordenador do Conselho Fiscal José Guarino, de Sapezal, estiveram na sede da Aprosoja, ele, Naildo Lopes, de Nova Mutum e Jesus Cassol, de Campo Novo do Parecis.

O atual presidente acredita que as suspeitas em torno da gestão sejam motivadas pela disputa eleitoral. “Legalmente não tem nada de ilícito, eles dizem que tem coisa errada e queremos que comprove”.

 Mas Guarino nega a motivação e garante que o intuito era cumprir com a agenda programada. “Só viemos ver as contas e era convocação ordinária, nada fora do que estava previsto”, disse ao .

Explica que a reunião era para avaliar o plano de ação e o balancete do primeiro e segundo trimestres, sob a responsabilidade Galvan. “Nossa atribuição é fiscalizar. Foi um ato arbitrário, ilegal e ditatorial do presidente e sua diretoria, que além de nos impedir de realizar nossas atribuições, determinou que a auditoria independente não nos entregasse documentos para análise, impedindo qualquer verificação de possíveis irregularidades”.

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Segundo Guarino, os conselheiros fiscais da Aprosoja são eleitos pelos associados por voto direto em assembleia, e têm a atribuição estatutária de analisar as contas da associação, conforme o artigo 35 do Estatuto da entidade.

Eleição

Galvan vive um momento delicado à frente da Aprosoja e chegou a ter condenações judiciais pelo plantio de soja fora do calendário permitido. O assunto vem sendo apontado por adversário que disputam a sucessão na diretoria.

Disputam a nova diretoria no triênio 2021-2023 duas chapas encabeçadas: na oposição está Marcos da Rosa, presidente, e Ricardo Arioli, vice, (Aprosoja para Todos) e Fernando Cadore, presidente, e Lucas Costa Beber, vice, (Aprosoja Decidida Produtor Mais Forte).

 

 

Otavio Ventureli(da redação com rdnews)

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