Momento +

Governo do Estado de MT investe mais de R$ 2 milhões de reais na primeira etapa de reforma e ampliação do Hospital Regional de Sorriso MT

Publicados

em

O Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria Estadual de Saúde, já executou cerca de 30% das obras de reforma e ampliação do Hospital Regional de Sorriso.

Dos R$ 8.494.454,57 previstos para obra, aproximadamente R$ 2.130.000 já foram investidos na primeira parte dos reparos, que começou em fevereiro deste ano e engloba a recepção, cozinha e novo pronto atendimento do hospital.

Nas próximas etapas, serão feitas as recuperações da fachada, salas de espera, refeitório, consultórios, enfermarias, centro cirúrgico e Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Os reparos integram o projeto de modernização dos Hospitais Regionais e das Unidades Especializadas, idealizado e colocado em prática pela atual gestão estadual.

Além disso, os trabalhos de readequação predial preveem substituição da cobertura, com a troca de todo o telhado, piso, pintura das paredes, instalações elétricas e a inclusão do Programa de Combate ao Incêndio e Pânico. Todo o investimento proporcionará um acréscimo de 2.613,22 metros quadrados à estrutura.

O secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, avalia que diante de um cenário desafiador, que é pandemia pela Covid-19, o Estado tem envidado esforços para enfrentar a doença e também dar continuidade ao programa de modernização da infraestrutura da rede hospitalar da SES.

Leia Também:  Polícia Civl investiga grave acidente registrado neste domingo(27) envolvendo duas motos que deixou um morto e três feridos em Mutum MT

“Este é mais um hospital que entrará para rol de hospitais com o nível de qualidade que é a marca deste Governo. Para isso, continuamos trabalhando incansavelmente com o objetivo de ofertar um serviço de primeira qualidade à população mato-grossense”, acrescenta Gilberto.

Com esse investimento, o Hospital Regional de Sorriso, que é referência para 15 municípios da região, passará a contar com mais 38 leitos de pronto atendimento; duas salas de parto e 12 leitos para maternidade; mais uma sala de centro cirúrgico e sala de recuperação anestésica. A previsão da SES-MT é concluir o cronograma da obra em abril de 2021.

A continuidade da obra não interfere no atendimento aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), que continuam sendo atendidos no local e, sempre que necessário, podem ser realocados dentro da própria unidade hospitalar.

No hospital, continuam ativos 18 leitos de enfermaria e oito leitos de UTI para o atendimento geral. Para atender exclusivamente pacientes com Covid-19 da região, a unidade de saúde dispõe de outros 20 leitos clínicos e dois leitos de UTI.

Leia Também:  Em pronunciamento à Nação Presidente do TSE afirma que o "vírus" das Fake news nas eleições é "capaz de comprometer, a própria democracia"

 

Otavio Ventureli(com ascom)

Momento +

Inelegível até fevereiro de 2022 Roberto França ex-Prefeito de Cuiabá corre o risco de ter sua candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral

Publicados

em

O candidato a prefeito de Cuiabá Roberto França(foto),  estaria com seus direitos políticos suspensos até 5 de fevereiro de 2022, de acordo com o cadastro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

França foi condenado em um processo movido pelo Ministério Público Estadual (MPE) por irregularidades no pagamento dos servidores públicos municipais por meio de Crédito Direto ao Consumidor (CDC), enquanto era prefeito da Capital.

Tecnicamente, ele estaria inelegível. Até o momento não há notícia de impugnação da candidatura registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), que foi notificado da condenação. Por meio da assessoria de imprensa, o candidato defendeu que uma liminar garante a possibilidade de que ele dispute a prefeitura.

Em outro processo, que não consta no cadastro de improbidade administrativa e inelegibilidade do CNJ, França teve condenação confirmada no Superior Tribunal de Justiça (STJ) por irregularidades no convênio assinado pela prefeitura com o Ministério da Cultura para reforma da Casa dos Alferes. Essa condenação ainda não transitou em julgado.

Leia Também:  Cassada, ex-Juíza Selma Arruda detona Senador biônico Carlos Fávaro chamando-o de oportunista desprovido de qualquer qualidade moral

Na ação civil pública do MPE, o ex-prefeito foi acionado ao lado do ex-secretário de Finanças Vivaldo Lopes. Entre 1999 e 2004, quando França comandava o Alencastro, a prefeitura vinha atrasando os salários dos servidores públicos municipais. O Executivo então assinou um convênio com o Banco do Brasil para que os vencimentos fossem pagos por CDC, por meio de uma espécie de empréstimo assinado pelos próprios servidores com aval da prefeitura. O MPE alegava que houve prejuízo aos cofres públicos.

A defesa do ex-prefeito alegava que o pagamento por meio do CDC foi o “melhor e o mais seguro” encontrado para quitar os salários. A Constituição Federal prevê o pagamento do vencimento com correção quando existe atraso.

“Assim, coube ao administrador dosar entre a consequência de pagar a correção diretamente aos servidores, ou por outro lado, como melhor forma, propor a contratação dos créditos em nome dos servidores, a fim de alcançar o efetivo pagamento”, diz trecho do processo.

Em agosto do ano passado, a Justiça intimou França a pagar R$ 2,6 milhões de multa e Vivaldo a pagar R$ 1,2 milhão. Em 11 de outubro, o cumprimento da sentença foi suspenso por decisão Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do Tribunal de Justiça.

Leia Também:  Corpo de Bombeiros de MT ainda não conseguiu localizar rapaz que desapareceu após entrar em uma fenda da Cachoeira da Mulata

STJ nega agravo

No STJ, o ex-prefeito tenta reverter decisão desfavorável em processo movido pelo Ministério Público Federal (MPF) desde 2002. Além de França, também foram acionados os ex-secretários municipais Marcelo de Oliveira e Silva e Carlúcio de Freitas Borges, e a empresa Modelo Construtora e Incorporadora.

A reforma da Casa dos Alferes teria sido dada como entregue em 1999, com o consequente pagamento de todo o valor do convênio. Contudo, a obra só teria sido concluída de fato em 2002. A condenação foi apenas a três anos de perda dos direitos políticos, mas a Lei da Ficha Limpa foi aprovada posteriormente, e estabeleceu que o tipo de punição sofrida pelo ex-prefeito deve vigorar por oito anos.

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA