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Governo de Mato Grosso já abriu 200 leitos de UTIs atingindo 608 leitos exclusivos para tratamento de pacientes vítimas da Covid 19

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O governador Mauro Mendes afirmou que já abriu duzentos leitos em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Mato Grosso somente em 2021.

Com isso, o Estado chegou a 608 leitos exclusivos para tratar pacientes com Covid-19.

 “No início desse ano, tínhamos 403 UTIs para tratar coronavírus. Agora já temos 608 para atender a população de todas as regiões. São mais de 200 novas UTIs só este ano que abrimos, parte delas em parceria com os municípios”, afirmou, Mendes,  na manhã desta terça-feira..

Segundo Mauro, dez UTIs custam R$ 200 mil por mês, e grande parte destes leitos é bancada somente pelo Governo do Estado. Outro montante possui cofinanciamento federal. Apesar dos esforços, o gestor alertou que o Estado precisa da colaboração da população para que a taxa de ocupação de UTIs diminua, assim como o índice de contaminação.

“Já percebemos uma ligeira redução no contágio, mas é preciso que continuemos seguindo as medidas de distanciamento. Ainda somos o estado que menos pratica o distanciamento. E isso resulta em mais contágio, internações e mortes. Não é momento ainda de achar que está tudo bem. O novo vírus é muito mais letal e está pegando todo mundo, inclusive com muita gente jovem morrendo”, frisou.

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O governador ainda citou que a recuperação do equilíbrio econômico do estado, obtida nesta gestão, possibilitou que o Governo faça investimentos e ações na Saúde para enfrentar a covid-19, como a liberação de R$ 69,8 milhões aos municípios, para aplicarem na atenção básica. Esses valores eram de dívidas da gestão anterior e foram repassados em parcela única.

“Também somos o segundo estado que mais testa no país. Estamos comprando 500 mil novos testes e 180 mil já chegaram e estão sendo distribuídos às prefeituras. São testes de antígeno, com grande assertividade”, afirmou Mauro.

O governador também citou as medidas para aliviar o bolso da população nesse momento difícil. “Criamos o auxílio emergencial que vai ajudar 100 mil famílias em todo o estado. Postergamos o ICMS de pequenas empresas e dos setores atingidos pela pandemia. Postergamos o IPVA de todo mundo, assim como o licenciamento. Concedemos R$ 55 milhões em crédito para empresas dos ramos com maior dificuldade. Devemos mandar até amanhã outro projeto de lei que estabelece isenção do IPVA a diversas categorias, como o pessoal de van, transporte escolar, bares, restaurantes, turismo, entre outros. E continuaremos a tomar todas as ações necessárias nesse sentido”, concluiu

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Otavio Ventureli(da redação com assessoria)

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Brasil do “futuro”: Um dos Senadores mais sujos do País com dezenas de processos na Justiça Renan Calheiros ameaça pedir prisão de ex-Secretário da Presidência em CPI

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O ex-secretário de Comunicação da Presidência da República, Fábio Wajngarten, irritou o presidente e o relator da CPI da Covid durante seu depoimento nesta quarta-feira (12), ao ser questionado sobre frases do presidente Jair Bolsonaro contra as vacinas. Wajngarten respondeu: “Pergunte para ele”.

O relator, Renan Calheiros, queria saber se as declarações de Bolsonaro contrárias a vacinas causavam impacto na população. Renan, ameaçou pedir a pri~so do ex-Secetário da presidência.

Wajngarten evitou responder apenas “sim” ou “não”, o que fez o relator repetir a questão diversas vezes.”Você não pode dizer ‘pergunte a ele’. Você está aqui como testemunha. Sim ou não?”, disse o presidente da CPI, Omar Aziz.

“Você não pode dizer ‘pergunte a ele’. Você está aqui como testemunha. Sim ou não?”, disse o presidente da CPI, Omar Aziz.

Fabio Wajngarten deixou a Secretaria de Comunicação do governo em março deste ano, após quase dois anos no cargo..

Este é o quinto dia de depoimentos da comissão parlamentar de inquérito, que apura ações e omissões do governo federal no enfrentamento da pandemia de Covid e eventual desvio de verbas federais enviadas a estados e municípios.

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Na condição de testemunha, o depoente se compromete a dizer a verdade, sob o risco de incorrer no crime de falso testemunho.

Otavio Ventureli(da redação de Brasilia)

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