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Grupo de Atuação Especial Contra Crime Organizado GAECO cumpre mandado de busca e apreensão contra prefeito e secretária em MT

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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) cumpriu mandados de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira (30) contra o prefeito de Rondolândia, municipio de Mato Grosso, Agnaldo Rodrigues de Carvalho e a ex-secretária de Saúde, Kátia Monteiro. Eles são suspeitos de desviar recursos públicos através de contratos fraudulentos.

Segundo as investigações do Gaeco, o prefeito, a então secretária e um empresário do município direcionavam as licitações para que apenas uma empresa vencesse sempre os certames.

Além disso, foram contratados médicos plantonistas, no entanto, o recurso para o pagamento dos profissionais era desviado para o dono da empresa, assim como o prefeito e a secretária.

A ordem de busca e apreensão foi expedida pelo desembargador Marcos Machado, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a pedido do Núcleo de Ações de Competência Originária Criminal (Naco).

Histórico
Agnaldo foi preso em abril de 2019, suspeito de receber propina de uma empresária do município. Dois meses antes, ele chegou a ser afastado do cargo por pagar “mensalinho” aos vereadores em troca de apoio político.

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Otavio Ventureli(com GAECO)

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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