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Homem que matou subtenente da PM no sábado(29) é preso em Jangada MT após trabalho dos serviços de inteligência da corporação e PC

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Uma ação conjunta, entre a Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) e Polícia Militar, resultou na prisão de um homem suspeito de ter executado o subtenente da PM, Everaldo Rodrigues Alves, de 46 anos(em destaque na foto),  assassinado  com tiros na cabeça, na frente da esposa, por três criminosos, em um bar no bairro Pedra 90, em Cuiabá, na madrugada de sábado (29).

O homem foi encontrado em Jangada MT, após diligências realizadas pelas equipes. Com ele, também foi apreendida a arma que teria sido utilizada para atirar na cabeça do policial militar. O nome do acusado não foi divulgado.

O caso é investigado pelo delegado Caio Fernando Albuquerque, da DHPP. A Polícia quer saber os motivos que levaram o criminoso a matar o militar.

O caso

O episódio aconteceu por volta das 2h30 da madrugada de sábado último.  De acordo com relato da esposa, ela e Everaldo estavam no estabelecimento comercial quando houve um desentendimento com três homens.

O policial e os homens entraram em luta corporal. Everaldo foi agredido e segurado por dois dos criminosos, enquanto o terceiro tomou a arma e atirou várias vezes na cabeça dele.

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Depois disso, os criminosos fugiram a pé e levaram a arma de Everaldo. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas apenas constatou o óbito do militar.

Um dos criminosos foi preso na Rua 22 do Pedra 90 e encaminhado à Central de Flagrantes. O homem faz uso de tornozeleira eletrônica e tem passagem criminal por roubo.

A PM informou que Alves trabalhou na região do Pedra 90 por mais de 20 anos e estava lotado no 24º Batalhão. Ele era conhecido da população da região e muito querido por todos.

 

Otavio Ventureli(com assessorias)

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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