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Indignada com tanta maldade Dona Virgínia Mendes fala sobre pessoas que estão ironizando internaçao do Governador Mauro Mendes

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Revoltada, a primeira-dama do Estado de Mato Grosso, Dona Virgínia Mendes(foto),  expôs nas redes sociais trechos de conversa de grupo de WhatsApp onde sindicalista e promoter estariam ironizando a ida do governador Mauro Mendes  à São Paulo, quando teve uma indisposição após reunião de trabalho e foi internado após ser diagnosticado com pneumonia.

Mauro está no Hospital Sírio Libanês, considerado referência no país, desde sábado (1º), quase dois meses após ter testado positivo para Covid-19.

Virgínia afirma que está vivendo momentos difíceis e está fragilizada, pois além do esposo, sua mãe, Euridice Gomes da Silva, está hospitalizada há 20 dias devido a complicações pela Covid-19.

“Uma coisa é a crítica política, quando se ocupa cargo público as pessoas ficam sujeitas a isso, mas falar da vida pessoal, num momento de doença, expondo toda uma família, isso eu acho uma tremenda falta de respeito e de sensibilidade”, desabafou em publicação nas redes sociais.

Na conversa exposta pela primeira-dama, um dos participantes aparece com o nome de um sindicalista atuante no serviço público do Estado. Ao comentar a notícia da internação do governador, ele publica uma figurinha de um galo sem penas com dizeres “Não tenho pena”.

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Outro participante do grupo, que seria um promoter conhecido em Cuiabá, ironiza o motivo da viagem. Segundo assessoria, o governador estava em São Paulo para participar de uma reunião de trabalho no sábado e ao ter uma indisposição procurou o médico que o acompanha desde o transplante de rim (ele doou o órgão para a primeira-dama Virginia Mendes) e foi internado no Sírio Libanês. O promoter ironiza o fato: “já estava ali na região mesmo”.

A primeira-dama lamenta a postura e finaliza dizendo: “peço a Deus que eles nunca precisem passar por nada semelhante na vida, que ninguém que eles amem muito precisem passar por isso. Isso é muita falta de amor no coração. E contra isso só nos cabe rezar e pedir a Deus que tenha misericórdia”.

 

Otavio Ventureli(com assessoria)

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Investigações da Polícia Civil identificam corpos encontrados crivados de balas amarados um ao outro e com marcas de tiros de pistola

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A Polícia Civil investiga o latrocínio – roubo seguido de morte – que vitimou Flávio Figueiredo Gonçalves, 31 e Breno Pereira Fonseca, 18, que são tio e sobrinho.

Os dois foram identificados no IML da Capital. Os corpos das vítimas foram encontrados na manhã desta  quinta-feira (17), na região do Coxipó do Ouro, em Cuiabá, amarrados um no outro e com marcas de tiros.

O carro em que a dupla estava foi encontrado minutos antes, carbonizado na Ponte de Ferro.

De acordo com as informações,  tio e sobrinho seriam  de Minas Gerais,  e faziam venda de enxovais pelas cidades de Várzea Grande e Cuiabá. Uma testemunha contou que eles saíram na manhã de quarta-feira(16)  para mais um dia de trabalho e não retornaram.

Já nas primeiras horas da manhã desta quinta(17),  a testemunha foi até à delegacia e foi informada que o carro em questão, um Fiat Uno, foi encontrado carbonizado na região da Ponte de Ferro, em Cuiabá.

Minutos depois, tomou conhecimento de que dois homens foram encontrados mortos, sendo orientado ir até o Instituto Médico Legal (IML), onde as vítimas foram reconhecidas.

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Os produtos que as vítimas estavam vendendo não foram encontrados, bem como carteiras, celulares, documentos e outros objetos pessoais. O caso está sendo investigado como latrocínio.

Tiros de 380

De acordo com a Polícia Militar, que chegou primeiro no local onde os corpos estavam, Flávio e Breno estavam amarrados e com marcas de tiros pelo corpo.

Ao lado deles, peritos encontraram ao menos 9 cápsulas de calibre 380. Um eles estava de calça jeans e camiseta azul, já o outro usava uma bermuda verde e sem camisa.

 

Otavio Ventureli(da redação com ascom)

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