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Abordadas por homem armado irmãs são levadas para matagal, reagem, uma consegue fugir e chama a polícia e a outra é estuprada

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Irmãs de 20 e 22 anos foram surpreendidas por um estuprador enquanto voltavam para casa, na noite desta quarta-feira (2), na zona rural de Porto Cercado, em Poconé, Mato Grosso.

Arrastadas para um matagal, elas reagiram e entraram  em luta corporal com o suspeito, mas só uma conseguiu fugir.

A outra jovem foi estuprada enquanto a irmã chamava a polícia, que não conseguiu prender o agressor. De acordo com as informações, por volta das 20h, as irmãs voltavam para casa depois de mais um dia de trabalho. Elas estavam em uma motocicleta quando foram surpreendidas pelo agressor, que usava máscara e estava com uma faca em punhos.

Sob ameaça, foram levadas para dentro de um matagal, onde elas reagiram. Entraram em luta corporal com o agressor e uma das jovens conseguiu fugir. Já a irmã ficou em poder do estuprador, que consumou o crime sexual. Enquanto isso, a PM foi acionada e fez buscas pela mata.

No primeiro momento, encontrou apenas os pertences da vítima, como peças de roupa, celular e a motocicleta. Depois de alguns minutos, a jovem foi encontrada em estado de choque. Ela só conseguiu afirmar que foi estuprada pelo agressor e que ele havia deixado uma bicicleta no local – usada para fugir – acreditando que o crime foi premeditado.

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Ambas foram encaminha para uma unidade de saúde, onde receberam atendimento médico. Uma das jovens estava com escoriações pelo corpo, tal como pescoço e braço. Material genético do agressor – esperma – também foi encontrado na vítima.

O caso foi registrado e será encaminhado à Polícia Civil, que vai instaurar um inquérito para investigar o crime de estupro e ameaça. As vítimas vão passar por exames de corpo e delito. Polícia busca pelo agressor.

 

Otavio Ventureli(com ascom)

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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