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Riva afirma em depoimento ao MPE MT que documentos que comprovariam desvio de dinheiro público no parlamento foram destruídos

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O ex-deputado estadual, Guilherme Maluf, que presidiu a Assembleia Legislativa a partir de 2015, afirma que a gestão de José Riva, anterior à sua, não deixou qualquer documento ‘nos meios físicos e/ou digitais’ para a Mesa Diretora da época.

Maluf se manifestou depois que vídeos contendo trechos da delação de José Riva foram divulgados. Em alguns deles, o ex -presidente da AL entre 2013 e 2014 acusa Maluf, atual presidente do TCE/MT, de destruir documentos que comprovariam desvios de dinheiro público do Poder Legislativo.

Diante da inexistência de documentos em 2015, Maluf decidiu suspender por 60 dias ‘a quitação de restos a pagar, com as exceções contempladas no parágrafo a seguir’.

“Somente serão quitados os restos a pagar efetivamente liquidados, com a regularidade exigida, que demandem o cumprimento agendado, principalmente os pertinentes às atividades de manutenção do Poder Legislativo, pessoal, encargos sociais, sentenças judiciais e outras inadiáveis, sob autorização específica da Mesa Diretora”, diz trecho.

O depoimento
Durante o seu depoimento ao Ministério Público de Mato Grosso, o ex-deputado afirma que todos os documentos em relação aos demais deputados, sobre as chamadas verbas de suprimento e indenizatória, que foram utilizadas irregularmente dentro do Parlamento, foram destruídos.

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“Tem uma operação chamada Deja Vú que investiga isso. Mas esses documentos foram destruídos, foram retirados da Assembleia Legislativa, na mesa do deputado Guilherme Maluf como presidente, e foram destruídos para que outros deputados e inclusive eles mesmos não fossem atingidos por essa operação”, diz trecho do vídeo.

Riva ainda afirma que os recursos das verbas de suprimento e indenizatória também eram desviadas para outras finalidades nos gabinetes dos 24 deputados. “Esse fato não ocorria apenas no meu gabinete. Na mesma proporção na primeira secretaria e em proporção menor nos gabinetes dos senhores deputados que recebiam também o suplemento de fundo e, por força de uma lei também passaram a receber a verba indenizatória, que essa, sim, na verdade, era mais utilizada como um complemento salarial do que propriamente uma despesa que era realizada e precisava ser ressarcida”, diz o ex-deputado.

 

Otavio Ventureli(com GD)

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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