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Juizado Volante Ambiental realiza leilão de madeiras apreendidas

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O Juizado Volante Ambiental, por meio da Vara Especializada do Meio Ambiente, realizará no dia 14 de setembro, 9h, um Leilão Público para venda de madeiras apreendidas.

O edital informa que o leilão será realizado simultaneamente de forma online e presencialmente, mas alerta que caso seja decretado lockdown ou qualquer outro ato que possa restringir a atividade de forma presencia devido a pandemia de Covid-19, será realizado, exclusivamente, de forma virtual.

Serão recebidos lances para a venda de aproximadamente 2.800 metros cúbicos de madeiras beneficiadas e apreendidas. Dentre as espécies disponíveis estão cambará, garapeira, jatobá, cumaru, ipê, angelim pedra, cedrinho, sucupira, entre outras.  

As visitas e vistorias serão abertas aos interessados entre os dias 8 e 11 de setembro, mediante prévio agendamento pelo telefone. As visitas ocorrem no local do leilão, no Pátio Unificado de Madeiras da Coordenadoria de Bens e Produtos Retidos da Secretaria de Estado de Meio Ambiente.

Poderão participar e oferecer lances no leilão os licitantes que se habilitarem conforme descrito no edital, tanto pessoas físicas ou jurídicas, portadoras dos originais de RG e CPF; se empresa, cópia do Contrato Social e cartão do CNPJ; e se representante, procuração objetiva passada por cartório (firma reconhecida).

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Funcionários e servidores do comitente vendedor não podem arrematar no leilão.

Confira o edital ( página 4).

Fonte: GOV MT

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Inelegível até fevereiro de 2022 Roberto França ex-Prefeito de Cuiabá corre o risco de ter sua candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral

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O candidato a prefeito de Cuiabá Roberto França(foto),  estaria com seus direitos políticos suspensos até 5 de fevereiro de 2022, de acordo com o cadastro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

França foi condenado em um processo movido pelo Ministério Público Estadual (MPE) por irregularidades no pagamento dos servidores públicos municipais por meio de Crédito Direto ao Consumidor (CDC), enquanto era prefeito da Capital.

Tecnicamente, ele estaria inelegível. Até o momento não há notícia de impugnação da candidatura registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), que foi notificado da condenação. Por meio da assessoria de imprensa, o candidato defendeu que uma liminar garante a possibilidade de que ele dispute a prefeitura.

Em outro processo, que não consta no cadastro de improbidade administrativa e inelegibilidade do CNJ, França teve condenação confirmada no Superior Tribunal de Justiça (STJ) por irregularidades no convênio assinado pela prefeitura com o Ministério da Cultura para reforma da Casa dos Alferes. Essa condenação ainda não transitou em julgado.

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Na ação civil pública do MPE, o ex-prefeito foi acionado ao lado do ex-secretário de Finanças Vivaldo Lopes. Entre 1999 e 2004, quando França comandava o Alencastro, a prefeitura vinha atrasando os salários dos servidores públicos municipais. O Executivo então assinou um convênio com o Banco do Brasil para que os vencimentos fossem pagos por CDC, por meio de uma espécie de empréstimo assinado pelos próprios servidores com aval da prefeitura. O MPE alegava que houve prejuízo aos cofres públicos.

A defesa do ex-prefeito alegava que o pagamento por meio do CDC foi o “melhor e o mais seguro” encontrado para quitar os salários. A Constituição Federal prevê o pagamento do vencimento com correção quando existe atraso.

“Assim, coube ao administrador dosar entre a consequência de pagar a correção diretamente aos servidores, ou por outro lado, como melhor forma, propor a contratação dos créditos em nome dos servidores, a fim de alcançar o efetivo pagamento”, diz trecho do processo.

Em agosto do ano passado, a Justiça intimou França a pagar R$ 2,6 milhões de multa e Vivaldo a pagar R$ 1,2 milhão. Em 11 de outubro, o cumprimento da sentença foi suspenso por decisão Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do Tribunal de Justiça.

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STJ nega agravo

No STJ, o ex-prefeito tenta reverter decisão desfavorável em processo movido pelo Ministério Público Federal (MPF) desde 2002. Além de França, também foram acionados os ex-secretários municipais Marcelo de Oliveira e Silva e Carlúcio de Freitas Borges, e a empresa Modelo Construtora e Incorporadora.

A reforma da Casa dos Alferes teria sido dada como entregue em 1999, com o consequente pagamento de todo o valor do convênio. Contudo, a obra só teria sido concluída de fato em 2002. A condenação foi apenas a três anos de perda dos direitos políticos, mas a Lei da Ficha Limpa foi aprovada posteriormente, e estabeleceu que o tipo de punição sofrida pelo ex-prefeito deve vigorar por oito anos.

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