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Justiça determina retirada de tornozeleira eletrônica do ex- bicheiro Joao Arcanjo que a partir de hoje cumpre pena em regime aberto

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O juiz Geraldo Fernandes Fidelis Neto, da Segunda Vara Criminal, determinou a retirada da tornozeleira eletrônica do ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro(foto). A partir de agora, Arcanjo irá cumprir pena em regime aberto. As penas do comendador são somadas em 38 anos e 4 meses.

A decisão foi assinada nesta sexta-feira (23). Conforme a ação, o cálculo da pena atingiu o lapso temporal à progressão, no dia 16 de novembro de 2014.

Os cálculos foram feitos com base nas decisões do Tribunal de Justiça. Além disso, não há informações de que Arcanjo tenha cometido novos crimes ou descumprido condições impostas para o cumprimento da pena.

“O representante ministerial opinou de forma contrária à progressão regimental do apenado, sob o argumento que o memorial de pena apresentado se encontra em dissonância com o decisum proferido nos autos, de modo que o critério temporal somente restará atingido em 16/01/2021”, diz trecho da decisão.

Arcanjo cumprirá regime aberto, nas condições de recolher-se em sua residência diariamente, no período das 23h às 6h, além de comparecer uma vez a cada dois meses no Ganha Tempo ou na Fundação Nova Chance.

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“Em caso de descumprimento de qualquer das condições acima poderá ser decretada a sua prisão, com a finalidade de apresentá-lo(a) imediatamente em audiência de justificação, podendo acarretar revogação do benefício e regressão do regime prisional para o fechado”, adverte o juiz.

O caso

Arcanjo foi condenado por vários crimes, entre eles, a morte do empresário Sávio Brandão. À época, o comendador foi acusado, pelo Ministério Público, de matar os empresários Rivelino Brunini, Fauze Rachid Jaudy e Mauro Manhoso, o cabo da PM Valdir Pereira, e Leandro dos Santos, Celso Borges e Mauro Moraes, que teriam assaltado uma das bancas de jogos de bicho da Colibri.

Arcanjo foi preso novamente o ano passado acusado de continuar a comandar o jogo do bicho em Mato Grosso. Porém, se encontra em liberdade.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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Mato Grosso tem sete dos municípios com maior dinamismo no mercado de trabalho do país

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Mato Grosso tem sete municípios na lista dos 100 com maior dinamismo no mercado de trabalho do país. O levantamento foi realizado pela Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a pedido do jornal Estadão, e mostra que as cidades ligadas ao agronegócio ampliaram a quantidade de empregos formais em 2020.

Campo Verde, Querência, Mirassol D’Oeste, Nova Mutum, Sapezal, Sorriso e Barra do Bugres são os representantes estaduais na lista, respectivamente, em 22º, 60º, 67º, 69º, 77º, 95º e 100º lugar. O economista chefe da CNC, Fabio Bentes, responsável pelo estudo, explica que quando é feita a pesquisa pelo crescimento proporcional de emprego estes municípios se destacam.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, César Miranda, para além de bons resultados no campo, o agronegócio também gera emprego e renda nos municípios mato-grossenses. “Os números cada vez mais mostram que há este movimento de mais e melhores empregos nas cidades agropecuárias. E o Governo do Estado investe para melhorar ainda mais, focando em agroindustrialização, em trazer empreendimentos e mais riquezas para todos os cidadãos que vivem nas cidades”, afirma.

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Exemplo de que o agronegócio é sólido em Mato Grosso foi a pandemia da Covid-19, que pouco afetou o setor. A safra estadual de soja no ciclo 2019/2020 teve produção de 35 milhões de toneladas. Demanda chinesa e outros países asiáticos, preços internacionais em alta e desvalorização do câmbio foram fatores que levaram ao bom resultado.

Dos sete municípios na lista da CNC, cinco são destaque na produção de soja: Sorriso é o primeiro produtor, com 2,2 milhões de toneladas nesta safra; Nova Mutum produziu 1,4 milhão de toneladas; Sapezal produziu 1,2 milhão de toneladas, Querência, 1,1 milhão de toneladas e Campo Verde, que produz 753 mil toneladas. Mirassol D’Oeste é um município com aptidão para pecuária e Barra do Bugres tem produção de cana-de-açúcar e usina.

Para o economista Fabio Bentes, o agronegócio tem investido fortemente em tecnologia e isso, teoricamente, deveria torna-lo um setor poupador de mão de obra. “Os números mostram que, mesmo com a tecnologia, o setor tem contratado mão de obra em um esforço para o aumento da produtividade”, afirma.

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O levantamento considerou o estoque de emprego formal dos municípios pela Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Ministério da Economia, e cruzou essas informações com os micro dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) até setembro. Foram excluídos municípios com menos de 5 mil postos formais de trabalho no fim de 2019.

Fonte: GOV MT

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