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Levantamento aponta que oito hospitais referência em Mato Grosso para tratamento de covid 19 registram 100% de ocupação de UTIs

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Em que pese a abertura de novos leitos de unidades de terapia intensiva (UTIs) pelo governo de Mato Grosso e a Prefeitura de Cuiabá nos últimos dias para atendimento exclusivo de pacientes com Covid-19, oito hospitais referência para o tratamento da doença, entre eles, a Santa Casa, em Cuiabá, e o Metropolitano, em Várzea Grande, registraram 100% de ocupação no domingo (26).

Com isso, a taxa geral de lotação nas UTIs, num total de 357 leitos, chegou a 90,06%.

As unidades que atingiram a ocupação total são o Hospital São Luiz (10), em Cáceres; a Santa Casa (60), em Cuiabá; Metropolitano (40), em Várzea Grande; Regional de Sorriso (2), Coração de Jesus (10), em Campo Verde; Hospital Municipal de Juína (6); São Lucas (03), em Primavera do Leste; Santa Casa (15) de Rondonópolis.

Em outros, como o Hospital Universitário Júlio Muller (HUJM) e São Benedito, ambos em Cuiabá, e Hospital Regional de Sinop, a lotação estava acima de 90%.

No antigo pronto-socorro, a taxa era de 80%. Ainda no domingo, o prefeito de Alto Taquari (485 quilômetros de Cuiabá), Fabio Garbugio, de 46 anos, morreu vítima da Covid-19, após ser internado em unidade hospitalar de Goiânia (GO). Ele precisou ser entubado, mas não resistiu à doença. A mulher dele, Silvana Scutti Garbugio, também passou mal, mas havia expectativa dela receber alta médica no mesmo dia.

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A taxa de hospitalização continua alta mesmo com a entrega de novas UTIs nas últimas semanas. Para se ter uma ideia do problema, o governo do Estado, por exemplo, entregou 20 novas UTIs na Santa Casa, num total de 60 leitos, e outras nove novas UTIs, em Sinop, para atendimento exclusivo de pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Já a Prefeitura de Cuiabá, colocou em funcionamento 40 UTIs, no mesmo período, totalizando 135 somente na capital.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19, estão Cuiabá (9.563), Várzea Grande (3.308), Rondonópolis (2.880), Lucas do Rio Verde (2.483), Tangará da Serra (1.876), Sorriso (1.666), Primavera do Leste (1.614), Sinop (1.523), Nova Mutum (1.210) e Pontes e Lacerda (858). No país, já são 2.394.513 casos e 86.449 óbitos oriundos da doença.

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus.

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Entre as medidas estão lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos e, se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool. Outra dica é evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas. Também deve-se evitar contato próximo com pessoas doentes; cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo; e limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

 

Otavio Ventureli(com ascom)

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Ministério da Infraestrutura faz reunião virtual com empresários da Arábia Saudita visando investimentos para a Ferrogrão

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O Ministério da Infraestrutura tentou “vender” a proposta da Ferrogrão para o Fundo Soberano da Arábia Saudita.

A ideia é conseguir investimentos para a construção, que irá custar R$ 8,4 bilhões. Apesar da reunião realizada na terça-feira (11), nenhum acordo comercial foi fechado.

A reunião, realizada de forma virtual por causa da pandemia da covid-19, teve como objetivo apresentar o projeto da Ferrogrão, ferrovia com 933 quilômetros de extensão que irá ajudar no escoamento da produção de Mato Grosso através dos portos no Pará.

O fundo saudita foi chamado para negociação tendo em vista a imporância da ferrovia para o Oriente Médio, já que o Brasil é o maior exportador de produtos agropecuário para a região(foto), incluindo a soja e o milho cultivados em Mato Grosso.

Atualmente, mais de 70% da safra mato-grossense é escoada pelos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR), fazendo com que as cargas sejam transportadas por mais de dois mil quilômetros por rodovias.

“A Ferrogrão é o projeto de maior importância para o desenvolvimento do Brasil. Seu efeito transformador no setor logístico promoverá, de imediato, a redução no valor dos fretes rodoviários. Além disso, possui alto percentual de ganho, com uma taxa de retorno na ordem de 11%”, afirma a secretária de Fomento, Planejamento e Parcerias do Ministério da Infraestrutura, Natália Marcassa.

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Otavio Ventureli(de Brasilia)

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