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Livro sobre história geológica do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães será lançado no dia 30

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Os registros da vida no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, que permaneceram preservados nas rochas por milhões de anos, são retratados no livro Geoparque Chapada dos Guimarães – uma viagem pela história do planeta, que será lançado na próxima terça-feira (30.11), às 16h, no Auditório Milton Figueiredo, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

O livro irá divulgar estudos realizados por pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), e de outras instituições. A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) é apoiadora do projeto Geoparque Chapada dos Guimarães, que possibilitou as pesquisas que culminaram na publicação, que conta a história geológica do Parque Nacional a partir da exploração de registros paleontológicos do período Paleozoico e Mesozoico.
A publicação está dividida em 10 capítulos que contam os processos geológicos que formaram as rochas que são vistas nas belas paisagens, compondo os paredões e cachoeiras da região. As rochas marcam períodos em que a região já foi mar, deserto, teve vulcões e foi habitada grandes dinossauros.
O projeto Geoparque de Chapada dos Guimarães, surgiu como uma iniciativa de popularizar o conhecimento produzido por geólogos, geógrafos, turismólogos e de outros profissionais, visando levar essa informação de forma sistematizada para profissionais do turismo, comunidades locais, estudantes, pesquisadores e profissionais, para desta forma fomentar o desenvolvimento sustentável através do geoturismo e ações pedagógicas.
A publicação do conteúdo foi viabilizada por meio do apoio da Federação Brasileira de Geólogos (Febrageo), da Associação Profissional dos Geólogos do Estado de Mato Grosso (Agemat) e da Associação de Geólogos de Cuiabá (Geoclube), com patrocínio do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-MT).
Os interessados em participar do lançamento do livro, poderão acompanhar de forma presencial ou pelo YouTube da FEBRAGEO.  As inscrições podem ser feitas CLICANDO AQUI. 

Workshop Geoparque Chapada dos Guimarães

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Para divulgar a riqueza histórica e ambiental do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães, e o potencial turístico da localidade, o “III Workshop do Geoparque Chapada dos Guimarães” trará especialistas para palestrar nos dias 29 e 30 de novembro de 2021, na Assembleia Legislativa de Cuiabá.

Entre os temas abordados nos cursos, minicursos e palestras, estão turismo e natureza, dinossauros no Brasil, geodiversidade e geoturismo no Centro-Oeste e no Parque de Chapada dos Guimarães. Os painéis mostram o potencial da localidade de se tornar um Geoparque Global da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), de importância internacional.
Confira a programação completa no site do evento, CLICANDO AQUI.

O evento é uma realização da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), Federação Brasileira de Geólogos (Febrageo), da Associação Profissional dos Geólogos do Estado de Mato Grosso (Agemat) e da Associação de Geólogos de Cuiabá (Geoclube), e conta com o patrocínio master do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-MT).

*com informações da assessoria
Fonte: GOV MT

 

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Com livros reciclados, recuperandos de São Félix do Araguaia confeccionam artesanato como forma de ressocialização

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Da riqueza dos livros ao trabalho de reciclagem, para se tornar artesanato e enfim, ser instrumento de ressocialização. Assim, a Cadeia Pública de São Félix do Araguaia (1.150 km da Capital) tem feito valer a Lei de Execução Penal, que entre outras coisas, assegura a reinserção do recuperando por meio do trabalho.

Por meio da doação de livros didáticos e revistas, os recuperandos da unidade dedicam parte de seus dias à produção de artesanatos com estes materiais recicláveis, que vão desde cestas decorativas, bolsas e até mesmo fruteiras.

O projeto “Mãos que Criam” foi uma ideia da assistente do Sistema Penitenciário, Noemi Fernandes de Oliveira, servidora pública há 11 anos. Com o olhar atento à saúde dos presos, Noemi percebeu que muitos faziam o uso de medicamentos controlados. Como forma de diminuir a ociosidade e trabalhar a ressocialização, ela deu o pontapé para o projeto, que abrange 90% dos recuperandos da unidade. E percebeu a diferença na saúde dos internos.

Estes reeducandos são selecionados e, posteriormente, cadastrados como artesãos na unidade prisional. A partir daí, os produtos por eles confeccionados são catalogados e etiquetados. Parte do recurso arrecadado com a venda dos produtos – 60% – é repassado à família do recuperando ou a uma conta bancária do próprio preso. E o restante – 40 % – retorna ao Conselho da Comunidade da comarca de São Félix do Araguaia, para reposição de material (matéria prima) e para custear as despesas com a logística.

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“Este projeto visa proporcionar ao apenado capacitação para aprimoramento e ampliação de suas habilidades adquiridas na relação de convivência com outros reclusos, em específico no aprendizado do trabalho artesanal feito em papel (reciclagem de livros e revistas) e crochê (linhas e barbantes)”, explicou Noemi.

O diretor da Cadeia Pública, Jackson de Souza, destacou que o projeto é uma importante ferramenta de ressocialização da unidade e isso se deve também às parcerias firmadas.

“Para nós, este projeto veio contribuir de forma significativa, pois hoje um dos grandes desafios do Sistema Penitenciário é trabalhar a ressocialização e o retorno do privado de liberdade à convivência em sociedade. E é graças a parceiros como o Conselho da Comunidade e a prefeita Janailza, que se sensibilizaram e se tornaram parceiros do projeto”, disse o diretor.

Exposição

Foi por meio da parceria com a Prefeitura de São Félix do Araguaia, que os recuperandos puderam expor seus produtos durante a inauguração da Praça da Bíblia, ocorrida no último dia 19 de novembro.

Na ocasião, a prefeita Janailza Taveira fez questão de prestigiar o espaço disponibilizado à exposição dos produtos confeccionados pelos recuperandos.

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Lei de Execução Penal

A Lei de Execução Penal (Lei nº 7.210/1984) ressalta que o trabalho nas prisões tem como finalidade alcançar a reinserção do condenado, levando-se em conta a habilitação, a condição pessoal e as necessidades futuras do preso, bem como as oportunidades oferecidas pelo mercado.

Ainda de acordo com a LEP, a cada três dias de trabalho, o preso diminui pode diminuir um dia de sua pena. Além disso, a lei prevê ainda a remição por estudo e por leitura.

Fonte: GOV MT

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