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Mãe de Isabele adolescente assassinada no Alphaville em Cuiabá lamenta os dois meses da morte da filha e pergunta: Que amiga é essa?

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A empresária Patrícia Guimarães(foto), mãe da menina Isabele Guimarães Ramos, lamentou os dois meses da perda da filha nas redes sociais.

Isabele faleceu aos 14 anos vítima de um tiro no rosto que aconteceu no dia 12 de julho, em uma casa no Condomínio Alphaville, em Cuiabá. A responsável pelo disparo e amiga da vítima foi indiciada por ato infracional análogo a homicídio.

Na publicação, que foi realizada no instagram, Patrícia questiona a frieza com a qual a filha foi assassinada. “Fico repetidas vezes voltando àquele dia fatídico, em que a encontrei morta num chão frio de banheiro e me pergunto o tempo todo porque? Que espécie de ‘amiga’ é essa capaz de atirar pra matar, que se acha no direito de tirar a vida de alguém, se livra da arma e logo em seguida com a maior frieza ainda toma banho, descartando a própria roupa?”, diz um trecho do desabafo.

A mãe de Isabele ainda enfatizou o carinho que tinha pela suspeita do assassinato de sua filha. “Eu a recebi sempre em minha casa com maior carinho, atenção e teria cuidado dela como se minha filha fosse”, escreveu Patrícia.

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A adolescente de 14 anos, responsável pelo disparo que matou Isabele Guimarães Ramos, de mesma idade, no dia 12 de julho, no condomínio Alphaville, em Cuiabá, responderá por ato infracional análogo a homicídio doloso. Concluiu-se na investigação que ela, no mínimo, assumiu o risco ao apontar a arma para o rosto da amiga e não verificar se a arma estava pronta para o disparo.

A sua pena máxima, conforme o delegado Wagner Bassi, poderá ser uma internação de até três anos, em estabelecimento educacional. Isso pode ocorrer durante o processo ou somente após a conclusão dos trabalhos na Justiça. Em casos envolvendo adolescentes, não há prisão.

As investigações mostraram que a versão apresentada pela adolescente de 14 anos não condiz com o que se apurou e com o que consta nos laudos da perícia.

Em sua versão, a adolescente conta que estava com o case em suas mãos, quando foi ver o que Isabele estaria fazendo no banheiro do seu quarto. Em dado momento, o objeto teria se desequilibrado e caído.

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A menor então conta que abaixou para pegar a arma, enquanto equilibrava o case na outra mão. Neste momento, o disparo teria acontecido, de forma – supostamente – acidental.

Porém, o laudo aponta que o case não tem nenhum vestígio de sangue, assim como a segunda arma, que estava dentro do objeto. Além disto, perícia feita anterior já apontou que o disparo foi feito com a arma estando entre 30 e 40 centímetros do rosto da vítima.

Teoricamente, de acordo com os respingos de sangue, a perícia conclui que deveria haver vestígios dos flúidos no case ou na segunda arma, o que não aconteceu.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com olhardireto)

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Pênalti assinalado aos 12 minutos do primeiro tempo e convertido pelo Brocador dá vitória ao Sport diante do Fluminense neste domingo na Ilha

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A partida começou em ritmo acelerado, neste domingo(20)  na Ilha do Retiro. O Sport aparecia com as melhores chances e, mesmo com a menor posse de bola, largou com o maior número de finalizações.

Não à toa, abriu aos 12 minutos com Hernane Brocador, de pênalti. O Fluminense cresceu na segunda etapa, fez pressão sobre o Rubro-negro e por mais de uma vez ficou muito perto de marcar. Mas pecou nas finalizações. Assim, o Leão terminou vencendo por 1 a 0.

O Sport saiu na frente com as melhores chances no primeiro tempo. Tanto que logo aos três minutos teve uma oportunidade perigosa com Patric. Pouco depois, aos 10, ganhou um pênalti com Barcia derrubado na área e converteu com Hernane Brocador.]

Até o término da primeira etapa, o Rubro-negro dominou as finalizações. O Fluminense ainda arriscou com Ganso de longe. A tentativa até que foi boa, mas terminou indo para fora. Com isso, as equipes saíram para o intervalo com o Leão vencendo por 1 a 0.

Na etapa complementar o Fluminense foi muito mais time que o Sport, mas não conseguiu traduzir em gols as inúmeras oportunidades desperdiçadas. Com 75% de posse de bola, o tricolor carioca forçou o Leão da Ilha a se manter em seu campo na maior parte da etapa complementar.

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Otavio Ventureli(da redação)

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