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MEC prorroga até amanhã inscrição para o Prouni

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O Ministério da Educação prorrogou por mais um dia as inscrições para o Programa Universidade para Todos (Prouni) deste segundo semestre, previstas para serem finalizadas hoje (4). Com isso, os estudantes interessados em bolsas de estudos em instituições privadas de ensino superior têm até amanhã (5) para acessar o site do ProUni e se inscrever no programa.

A medida foi adotada após o site do programa ter apresentado problemas de instabilidade.

Podem participar estudantes interessados em bolsas de estudo parciais (50%) ou integrais (100%) em diversas universidades privadas, desde que tenham feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e atingido, no mínimo, a média de 450 pontos em cada matéria do exame. Além disso, o estudante não pode ter zerado a prova de redação, nem ter participado como treineiro.

O resultado com a lista dos candidatos pré-selecionados será disponibilizado no site do programa e será constituído de duas chamadas, previstas para o dia 8 de agosto e 22 de agosto de 2022.

Modalidade de concorrência

Uma das novidades desta edição é que a inscrição deverá ser feita por tipo de modalidade de concorrência: ampla concorrência e ações afirmativas. Com isso, haverá uma ordem de prioridade para a classificação dos candidatos inscritos conforme cada modalidade escolhida.

Outra mudança é a ampliação dos critérios de origem escolar do estudante que deseja disputar as bolsas do Prouni. A classificação levará em conta a modalidade de concorrência escolhida pelo estudante em sua inscrição por curso, turno, local de oferta e instituição. Dentro de cada modalidade deverá ser obedecida a ordem decrescente das notas do Enem e, segundo o edital, priorizada a seguinte ordem:

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– professor da rede pública de ensino, exclusivamente para os cursos de licenciatura e pedagogia destinados à formação do magistério da educação básica, se for o caso, e se houver inscritos nessa situação;

– estudante que tenha cursado o ensino médio integralmente em escola da rede pública;

– estudante que tenha cursado o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada, na condição de bolsista integral da respectiva instituição;

– estudante que tenha cursado o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada, na condição de bolsista parcial da respectiva instituição ou sem a condição de bolsista;

– estudante que tenha cursado o ensino médio integralmente em instituição privada, na condição de bolsista integral da respectiva instituição; e

– estudante que tenha cursado o ensino médio completo em instituição privada, na condição de bolsista parcial da respectiva instituição ou sem a condição de bolsista.

Renda

Para participar do processo o candidato deve preencher alguns critérios como as exigências de faixas de renda per capita [por cabeça]: até 1,5 salário-mínimo para bolsa integral; e até três salários-mínimos para bolsa parcial que representa 50% do valor da mensalidade do curso.

Segundo o Ministério da Educação, a classificação dos estudantes inscritos nos processos seletivos do ProUni vai considerar as notas obtidas nas duas últimas edições do Enem imediatamente anteriores ao processo seletivo do ProUni para ingresso em curso de graduação ou sequencial de formação específica.

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A lista de critérios para a inscrição exige ainda que o candidato a uma bolsa seja brasileiro, não portador de diploma de curso superior que tenha participado do Enem em qualquer das duas últimas edições e que atenda a pelo menos uma das condições a seguir:

I- estudante que tenha cursado:

– o ensino médio integralmente em escola da rede pública;

– o ensino médio integralmente em instituição privada, na condição de bolsista integral da respectiva instituição;

– o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada, na condição de bolsista integral da respectiva instituição;

– o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada, na condição de bolsista parcial da respectiva instituição ou sem a condição de bolsista; e

– o ensino médio integralmente em instituição privada, na condição de bolsista parcial da respectiva instituição ou sem a condição de bolsista;

II – estudante pessoa com deficiência, na forma prevista na legislação; e

III – professor da rede pública de ensino, exclusivamente para os cursos de licenciatura e pedagogia, destinados à formação do magistério da educação básica, independentemente da renda a que se referem os §§ 1º e 2º do art. 1º da Lei nº 11.096, de 13 de janeiro de 2005.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Educação

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ELA NÃO NOS REPRESENTA: Queremos MT representado por inteiro e não uma “chapa da Prefeitura de Cuiabá”, afirma Ane Borges

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A candidata ao cargo de deputada federal Ane Borges (UB), da região norte do estado, afirmou que a chapa de Márcia Pinheiro (PV), que disputa o cargo de governadora de Mato Grosso, não representa o interior do Estado.

“Queremos ser representados por inteiro, porque o interior do Estado também quer ter representantes, e não uma ‘chapa da Prefeitura de Cuiabá’, em que a candidata é a esposa do prefeito e o vice é ex-secretário da capital. Não estamos em uma eleição municipal e sim estadual. Isso é um desrespeito com o que as cidades de Mato Grosso representam ao Estado”, destacou a candidata.

Para Ane, que é uma defensora da cidade de Sorriso e dos municípios vizinhos, a falta de uma representatividade demonstra que essa chapa irá governar para grupos e está fechada apenas com a capital.

“Nossa bandeira é por Mato Grosso, por inteiro, um Mato Grosso em que todos os seus cidadãos sejam valorizados e respeitados. Não podemos regredir os avanços que conquistamos”, ressaltou, ponderando que como candidata a Câmara Federal, espera poder representar o Estado, junto com presidente Bolsonaro, e ter ao lado um governo que mantenha as políticas “olhando para todas as regiões”.

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“Vou ser parceira de quem defendo todos os mato-grossenses e não de quem acha que o Governo de Mato Grosso é um puxadinho da prefeitura. Lá em Brasília estarei junto com Bolsonaro lutando pelo nosso Estado e não podemos voltar ao passado, em que as salas do Palácio Paiaguás eram usadas para fins nada democráticos e que viraram manchete nacional, com pessoas colocando dinheiro no paletó”, afirmou.

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