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Médica picada por jararaca duas vezes em Cachoeira teve 70% das vias áreas comprometidas passa por cirugia de traqueoscopia

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A médica de Cuiabá, Dieynne Saugo(foto), picada duas vezes por uma jararaca, que desceu junto com a queda d’água da cachoeira Serra Azul, no município de Nobres, em Mato Grosso, no último domingo (30), teve 70% das vias áreas comprometidas e passou por uma traqueoscopia, procedimento cirúrgico onde ocorre a abertura da parede anterior da traqueia, fazendo uma comunicação da mesma com o meio externo.

A cirurgia foi realizada nesta terça-feira (1º). Segundo informações publicadas pela irmã da médica nas redes sociais, a família tinha duas opções, sendo uma a traqueoscopia ou a intubação. No entanto, a intubação teria um risco alto da paciente desenvolver pneumonia. Por conta disso, a família optou pela primeira alternativa.

“Ela passou pelo centro cirúrgico, já fez o procedimento. Graças a Deus e com as orações de todos vocês, ela já retornou para a UTI para continuar em observação”, disse a irmã. “O mais breve possível ela estará novamente mudando para melhor a vida daqueles que estão a sua volta”, finalizou.

Dieynne está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Complexo Jardim Cuiabá, para onde foi transferida após receber o antídoto para a picada da jararaca, no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC).

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A administração do Parque Sesc Serra Azul, uma das unidades do Polo Socioambiental Sesc Pantanal, lamentou a fatalidade e disse que todas as providências estão sendo tomadas pelo Sesc Pantanal em relação ao assunto.

“É importante esclarecer que como só é permitido a aplicação do soro antibotrópico (usado para tratar picadas de cobras venenosas) privativamente em serviço hospitalar, conforme manual do Ministério da Saúde que norteia soroterapia antiofídica, a vítima foi imediatamente trazida para Cuiabá, para o Centro de Informação Anti-Veneno de Mato Grosso, no Hospital Municipal e Pronto Socorro de Cuiabá, local de referência no Estado, para receber o soro, que deve ser aplicado por médico e é regulado pela Anvisa”, diz trecho da nota.

Além disto, a administração pontua que há um protocolo pronto para este tipo de situação e que ele foi rigorosamente seguido. Uma enfermeira e um médico do Sesc Pantanal acompanham o caso desde domingo.

“Desde o funcionamento do Parque Sesc Serra Azul, em dezembro de 2011, quando a unidade foi aberta ao público, esta é a primeira vez que acontece um acidente desta natureza. O caso é fortuito e o Sesc Pantanal está dando toda a assistência necessária. O Parque Sesc Serra Azul está localizado entre os municípios de Nobres e Rosário Oeste, no Distrito de Bom Jardim”, finaliza a nota.

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O caso

Segundo amigos da vítima, a cobra teria caído da parte de cima da cachoeira dentro da água. Inicialmente surgiu a informação que ela teria sido picada três vezes, sendo no olho, queixo e braço. No entanto, em publicação nas redes sociais da médica, foram confirmadas apenas duas

Após o acidente no domingo (30), os amigos socorreram a médica, mas no caminho para uma unidade de saúde, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) se deparou com eles e finalizou o resgate.

Ainda conforme relato de amigos, a pousada onde eles estavam e a unidade de saúde do município não tinham soro antiofídico. Por conta disso, teve que ser encaminhada para a Capital.

Em um vídeo é possível ouvir os gritos dos banhistas que se assustam com a jararaca. Em outro é possível observar a cobra de perto.

 

Otavio Ventureli(da redação com OD)

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Baixaria continua: Advogado Cleverson Contó divulga audio no qual uma mulher acusadora de agressão desmente que tenha sido agredida pelo profissional

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O advogado Cleverson Contó(foto) divulgou, nesta sexta-feira (18), áudios em que a Influencer Digital Mariana Vidotto supostamente nega ter sofrido as agressões das quais o acusa.

Nos áudios, que teriam sido trocados entre Mariana e o advogado, os dois também conversam sobre vídeos íntimos do casal que Contó teria se recusado a gravar.

Em um dos áudios, a Influencer Digital supostamente chega a dizer que muitas pessoas tem a procurado para esclarecer se Contó teria ou não cometido agressões físicas contra ela.

“É óbvio que as pessoas estão me perguntando “ele te bateu?”, “ele fez alguma coisa?”, “ele já te deu um soco?”, não. Você não fez isso comigo”, diz trecho do arquivo.

Em outro momento, Mariana e Cleverson conversam sobre vídeos íntimos que a blogueira teria pedido para o advogado gravar. Contó relembra que, mesmo sob insistência da ex-namorada, ele teria se recusado a fazer as gravações.

Mariana argumenta que teria ficado sabendo de vídeos íntimos entre Cleverson e Laryssa Morais, médica que também acusa o advogado de violência doméstica. O advogado, no entanto, rebate.

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Mariana, esquece isso. Depois que aconteceu todos os rolos, todos os vídeos que eu tinha, eu apaguei. Da última vez que a gente ficou, eu fiz questão de apagar assim que terminamos. Antes de tomar banho, eu apaguei os vídeos”, afirma.

Em seguida, a blogueira supostamente confirma que Cleverson teria apagado as imagens.

O caso

As agressões que teriam sido praticadas por Cleverson Contó ganharam as manchetes após Mariana Vidotto e um grupo de mulheres virem a público narrar a violência sofrida durante os relacionamentos que mantiveram com o advogado.

Em sua conta no Instagram, Mariana contou que chegou a perder cerca de nove quilos durante o relacionamento e que, no início do ano, Cleverson entrou com um processo contra ela com uma multa de R$ 20 mil caso ela dissesse algo sobre ele.

Outra vítima que ganhou destaque no caso foi a médica Laryssa Moraes que chegou a relatar, também no Instagram, que as agressões ela teria sofrido foram tão brutais que resultaram em um nariz quebrado e em retinas deslocadas. Cleverson também teria tentado estuprá-la com um pen-drive.

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Já a defesa do advogado Cleverson Campos Contó, representada por Eduardo Mahon, alega que Cleverson estaria sendo alvo de extorsão por parte das vítimas.

Mahon argumentou que não existem exames ou prontuários médicos apontando as agressões que foram relatadas pela médica Laryssa Moraes e a influencer digital Mariana Vidotto. Segundo a defesa, Mariana teria exigido R$ 500 mil para retirar as acusações contra Contó.

 

Otavio Ventureli(da redação)

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