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Médico cirurgião-geral Marcelo Shida, de Tangará da Serra MT, morre em São Paulo aos 53 anos vítima de Covid 19

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O médico Marcelo Takafumi Shida, de 53 anos(foto), da cidade de Tangará da Serra, em Mato Grosso) morreu nesta terça-feira (27), em decorrência da Covid-19.

O cirurgião-geral trabalhava no Hospital e Maternidade Santa Ângela há cerca de 20 anos.

Inicialmente, Marcelo ficou internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da unidade de Mato Grosso. Mas depois foi transferido para um hospital de São Paulo, onde não resistiu às complicações da doença.

O hospital onde Marcelo trabalhava emitiu uma nota de pesar. “Obrigada pela sua alegria e seu profissionalismo, seu jeito único de deixar nossos dias ainda mais coloridos, e seu jeito humano de tratar as pessoas”, publicou nas redes sociais.

Moradores de Tangará da Serra e colegas de trabalho também lamentaram a morte do profissional.

“Um ser humano incrível, brincalhão, amoroso, amigo, íntegro. Descanse em paz e se puder sinta orgulho do bem e de todos os ensinamentos valiosos que deixou a tantas pessoas. Alguém tão especial quanto você nunca vai embora totalmente, sempre estará em nossos corações”, comentou uma amiga no Facebook.

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta terça-feira (27), um total 141.764 casos confirmados da doença e 3.817 óbitos em Mato Grosso.

Dos 141.764 casos confirmados da Covid-19, 5.504 estão em isolamento domiciliar e 131.941 estão recuperados.

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Com livros reciclados, recuperandos de São Félix do Araguaia confeccionam artesanato como forma de ressocialização

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Da riqueza dos livros ao trabalho de reciclagem, para se tornar artesanato e enfim, ser instrumento de ressocialização. Assim, a Cadeia Pública de São Félix do Araguaia (1.150 km da Capital) tem feito valer a Lei de Execução Penal, que entre outras coisas, assegura a reinserção do recuperando por meio do trabalho.

Por meio da doação de livros didáticos e revistas, os recuperandos da unidade dedicam parte de seus dias à produção de artesanatos com estes materiais recicláveis, que vão desde cestas decorativas, bolsas e até mesmo fruteiras.

O projeto “Mãos que Criam” foi uma ideia da assistente do Sistema Penitenciário, Noemi Fernandes de Oliveira, servidora pública há 11 anos. Com o olhar atento à saúde dos presos, Noemi percebeu que muitos faziam o uso de medicamentos controlados. Como forma de diminuir a ociosidade e trabalhar a ressocialização, ela deu o pontapé para o projeto, que abrange 90% dos recuperandos da unidade. E percebeu a diferença na saúde dos internos.

Estes reeducandos são selecionados e, posteriormente, cadastrados como artesãos na unidade prisional. A partir daí, os produtos por eles confeccionados são catalogados e etiquetados. Parte do recurso arrecadado com a venda dos produtos – 60% – é repassado à família do recuperando ou a uma conta bancária do próprio preso. E o restante – 40 % – retorna ao Conselho da Comunidade da comarca de São Félix do Araguaia, para reposição de material (matéria prima) e para custear as despesas com a logística.

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“Este projeto visa proporcionar ao apenado capacitação para aprimoramento e ampliação de suas habilidades adquiridas na relação de convivência com outros reclusos, em específico no aprendizado do trabalho artesanal feito em papel (reciclagem de livros e revistas) e crochê (linhas e barbantes)”, explicou Noemi.

O diretor da Cadeia Pública, Jackson de Souza, destacou que o projeto é uma importante ferramenta de ressocialização da unidade e isso se deve também às parcerias firmadas.

“Para nós, este projeto veio contribuir de forma significativa, pois hoje um dos grandes desafios do Sistema Penitenciário é trabalhar a ressocialização e o retorno do privado de liberdade à convivência em sociedade. E é graças a parceiros como o Conselho da Comunidade e a prefeita Janailza, que se sensibilizaram e se tornaram parceiros do projeto”, disse o diretor.

Exposição

Foi por meio da parceria com a Prefeitura de São Félix do Araguaia, que os recuperandos puderam expor seus produtos durante a inauguração da Praça da Bíblia, ocorrida no último dia 19 de novembro.

Na ocasião, a prefeita Janailza Taveira fez questão de prestigiar o espaço disponibilizado à exposição dos produtos confeccionados pelos recuperandos.

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Lei de Execução Penal

A Lei de Execução Penal (Lei nº 7.210/1984) ressalta que o trabalho nas prisões tem como finalidade alcançar a reinserção do condenado, levando-se em conta a habilitação, a condição pessoal e as necessidades futuras do preso, bem como as oportunidades oferecidas pelo mercado.

Ainda de acordo com a LEP, a cada três dias de trabalho, o preso diminui pode diminuir um dia de sua pena. Além disso, a lei prevê ainda a remição por estudo e por leitura.

Fonte: GOV MT

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