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Ministério Púbico Federal abre inquérito para apurar possível desvio de recursos federais no Governo Pedro Taques

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O Ministério Público Federal (MPF) abriu inquérito civil para investigar possível desvios de recursos federais durante a “Caravana da Transformação”, realizada na  gestão Pedro Taques (2015-2018).  Os recursos federais foram utilizados em serviços de diagnóstico e cirurgia em pacientes com catarata.

Nas edições da “Caravana da Transformação” foram realizadas cerca de 60 mil cirurgias em 14 municípios entre 2016 e 2018. As realizações de cirurgias já são investigadas pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que em setembro de 2018, deflagrou a “Operação Catarata”, do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco).

O Estado é acusado de pagar à empresa 20/20 Serviços Médicos por cirurgias de catarata não realizadas. O governo teria pago R$ 44 milhões à empresa, do total de R$ 46 milhões previstos no contrato. De acordo com o MP,  o objetivo da operação foi apurar “fatos graves na execução do contrato da Caravana da Transformação no tocante aos serviços ”.

A  denúncia partiu do Conselho Estadual de Saúde  de que pessoas faziam parte da lista dos pacientes atendidos com as cirurgias, mas não passaram pelo procedimento. De acordo com MP os pagamentos à empresa 20/20 foram efetuados “sem que houvesse qualquer controle por parte da SES/MT quanto à efetiva execução de tais procedimentos que, absurdo, foram pagos tendo por parâmetro as informações prestadas pela própria empresa contratada e ora demandada 20/20.

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A empresa foi contratada em 2016 e “inclusive iniciou a execução dos serviços oftalmológicos nas unidades móveis na Etapa Barra do Bugres sem estar cadastrada no Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde”, diz trecho da denúncia na época.

O MP também identificou que nas notas fiscais e faturas pagas à empresa 20/20 não constavam todos os  documentos que comprovassem a lista de procedimentos realizados, “nome do paciente e Laudo Médico para tratamento”.

As investigações apontam que de acordo com o número de cirurgias realizadas pela Caravana, “chegaremos a uma média realmente incrível de aproximadamente uma cirurgia de catarata a cada quatro minutos. Uma cirurgia de catarata a cada quatro minutos!!!!”, diz outro trecho.

O fato foi questionado por vários médicos especialistas em cirurgias oftalmológicas, que dizem que uma cirurgia dura em média 30 minutos.

Na época, o governo Taques negou irregularidades e afirmou que todos os procedimentos oftalmológicos realizados na Caravana da Transformação são rigorosamente regulados e auditados.

 

Otavio Ventureli(com assessoria)

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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