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Ministério Público pede internação de adolescente atiradora que matou Isabelle Guimarães a queima roupa com um tiro no rosto no Alphaville

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Ministério Público Estadual (MPE) protocolou uma representação pedindo a internação da menor de 15 anos apontada como autora do tiro que matou a amiga Isabele Guimarães Ramos, 14 anos(foto), dentro do banheiro de sua casa, no Alphaville, no dia 12 de julho.

Ela pode ficar até 3 anos em um socioeducativo, como prevê o da Criança e do Adolescente (ECA).

Fontes do Judiciário  confirmaram que a representação foi protocolada na última terça-feira (8) por ato infracional análogo ao crime hediondo de homicídio qualificado – como já havia sido adiantado pelo delegado Wagner Bassi, da Delegacia Especializada do Adolescente (DEA), na conclusão do inquérito que investiga o crime e que, por isso, os órgãos pedem a internação da menor.

A Defesa da família da menor acusada do crime, bem como do pai dela, o empresário Marcelo Cestari, também indiciado no inquérito da Polícia Civil, considera que a tragédia é “uma sequência de infelicidades do caso concreto que culminou na morte da vítima”. Mas, sobre o indiciamento do MPE, o advogado Artur Osti Barros, afirmou que desconhece a representação e que, por isso, não pode comentar.

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Consta no inquérito que após o namorado da menor ir embora, ela ficou 1min18s no banheiro junto com Isabele, até que o disparo acontece. A distância do tiro acontece entre 20 e 30 cm, informou à perícia, que também descartou o tiro acidental apresentado na primeira tese da defesa da menina.

  O Caso

Isabele Guimarães Ramos, 14, foi morta com um tiro no rosto quando estava na casa da melhor amiga, uma adolescente de também 14 anos. A amiga alegou que o disparo que matou Isabele foi acidental, no entanto, o inquérito da Polícia Civil concluiu que o homicídio foi doloso, ou seja, com intenção de matar.

A investigação durou 50 dias com 4 pessoas apontadas, além da menor e do pai dela, há ainda o indicamento do namorado dela e do pai dele.

O namorado da menor que atirou, por ter levado as armas à casa da família Cestari, foi autuado por ato infracional análogo à posse de arma de fogo. E o pai dele, Glauco Fernando Mesquita Correa da Costa, foi indiciado por omissão de cautela, já que tinha responsabilidade sobre as armas.

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Ministério Público MT denuncia Tenente Ledur por tortura e morte de aluno durante treinamentos militares do Corpo de Bombeiros de MT

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A Corregedoria-geral do Corpo de Bombeiros Militar MT  encaminhou ao Ministério Público de Mato Grosso o resultado do Inquérito Policial Militar (IPM), em que pede o indiciamento da tenente Izadora Ledur de Souza Dechamps(foto), acusada por diversos crimes. entre os quais, tortura.

O inquérito foi homologado e concluiu que Ledur cometeu crime de natureza militar em relação a Maurício Santos, ex-aluno do 15º curso de formação da corporação.

“Verifica-se pelas provas documentais apresentadas, que resultaram indícios da prática de crime de natureza militar perpetrada pela 1ª tenente BM Izadora Ledur”, diz um trecho do documento.

O IPM foi instaurado em 28 de fevereiro de 2019 e tramitou, desde então, na Corregedoria, sob relatoria do encarregado Heitor Alves de Souza, major do Corpo de Bombeiros.  Maurício Santos afirmou ter sido torturado e sofrido abusos por parte da tenente.

Na época, ele acabou desistindo no final do curso por medo de ser morto. Outro aluno do mesmo curso, Rodrigo Patrício Lima Claro, 21 anos, morreu em novembro de 2016, após sessões de afogamento conduzidas pela tenente, na Lagoa Trevisan, durante o treinamento de salvamento aquático.

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Ledur é ré pela morte de Claro, em ação penal que tramita na 11ª Vara Criminal da Justiça Militar, em Cuiabá.  Ao prestar depoimento sobre a morte de Rodrigo Claro, Maurício Santos afirmou que só está vivo porque desistiu das aulas.

Ele disse ter sofrido tortura e abusos por parte de Ledur, de maneira semelhante às ações que teriam levado à morte de Claro.  O MP-MT denunciou a tenente Ledur por crime de tortura com resultado morte do aluno. Além dela, outros cinco militares também foram denunciados pelo mesmo crime.

A nova decisão é datada da última sexta (11) e o relatório foi encaminhou à 13ª Promotoria de Justiça Criminal responsável pelos crimes militares.  A decisão determinou a “imediata apuração disciplinar das transgressões disciplinares”.

Agora, o MP-MT deve avaliar o oferecimento de nova denúncia.

 

Otavio Ventureli(com assessoria)

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