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Novo cangaço: Em ação rápida Polícia troca tiros com seis bandidos e evita assalto a uma agência do Banco do Brasil no interior de Mato Grosso

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Uma quadrilha trocou tiros duas vezes com a Polícia Militar, na madrugada deste sábado (5), durante uma tentativa de furto “abortada” pela PM, no centro da cidade de Matupá, Mato Grosso.  Um dos bandidos pode ter sido baleado.

A quadrilha, formada por, pelo menos, seis assaltantes, já estava dentro de uma agência do Banco do Brasil, quando o alarme disparou. Os ladrões só conseguiram furtar dois revólveres, que estavam no depósito e são usados por seguranças bancários em serviço.

A Polícia Militar chegou muito rápido ao local, no momento em que os bandidos estavam fugindo. Houve uma troca de tiros e os ladrões conseguiram escapar. Em rondas, os policiais militares encontraram os bandidos já em outro ponto da cidade, quando aconteceu uma segunda troca de tiros.

Desta vez, um dos bandidos pode ter sido atingido. Na perseguição, os policiais conseguiram recuperar uma das armas furtadas do BB, que os bandidos deixaram cair durante a fuga.

A Polícia Militar segue na “caçada”, mas também de olho nas casas de saúde da cidade de Matupá, para tentar prender o bandido, caso ele procure para ser medicado.

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A Polícia Militar oficializou a tentativa de furto contra o Banco do Brasil, em um Boletim de Ocorrência (BO), mas o caso será investigado pela Polícia Federal.

Otavio Ventureli(com assessoria)

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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