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“Nunca desisto” afirmou Pivetta após uma semana de intensas negociações que terminou com a retirada do seu nome da disputa pelo Senado

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Após a longa semana de discussão, que terminou com a retirada de sua pré-candidatura ao Senado, o vice-governador Otaviano Pivetta,  disse nesta sexta-feira(04)  que o pedido do governador Mauro Mendes para o seu recuo não foi único fator para a tomada da decisão e não admitiu que houve desistência de sua parte.
 
“Eu nunca desisto. Para desistir eu tenho que ser [candidato a senador] e eu não era. Eu era pré-candidato. Teve isso também o pedido do Mauro,  mas foi um conjunto. Na minha rede social está bem explicado isso”, disse o vice-governador  após reunião com o deputado Max Russi , nesta sexta-feira (4).

Sem querer se estender mais sobre o assunto, o vice de Mauro também não falou, ao ser questionado, para qual candidato vai manifestar apoio na disputa suplementar. “Não sabemos ainda quem vamos apoiar”, desconversou.

Pivetta, que desde que a senadora cassada Selma Arruda deixou o Senado, se postou como pré-candidato, anunciou sua desistência na terça-feira (01), após muita especulação. A tendência, segundo alguns correliigionários, é de que ele peça a autorização do partido para subir  no palanque de Nilson Leitão.

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Oficialmente, o Palácio Paiaguás sustenta que um ‘pedido de Mauro Mendes’ teria pesado na decisão, porém, fontes garantem que o real motivo seria um acordo visando as eleições de 2022.

O recuo do pedetista serviria, ainda, para apaziguar a crise que se instalou no DEM por conta do disputado apoio de Mendes na campanha ao Senado. No último final de semana, quando o governador liberou os Campos para seguir com Leitão, a desistência de Pivetta já era dada como certa.

 

Otavio Ventureli(com assessoria)

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Justiça nega pedido de bloqueio de bens de empresários que agrediram com um tapa no rosto pedinte de rua em abril deste ano

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A juíza Tathiana dos Santos, do 7º Juízado Especial de Sinop, em Mato Grosso,  negou, em decisão publicada na última terça-feira (22), o pedido de bloqueio de bens dos empresários Adonias Correia de Santana e Hidelbrando José Pais dos Santos.

Os dois respondem processo por ter humilhado e agredido um pedinte em um semáforo da cidade, em abril de 2020. O caso ficou famoso depois que os agressores divulgaram um vídeo do crime na internet.

Na ocasião, no dia 6 de abril, a vítima estava em frente a um  Supermercado da cidade,  segurando um papelão em que pedia ajuda para se alimentar. Por volta de 12h45, os homens se aproximaram em uma caminhonete e agrediram o pedinte com um tapa no rosto, além de palavras de baixo calão.

Com isso, a defesa da vítima apresentou à Justiça um requerimento de bloqueio de bens dos empresários para garantir uma futura indenização.

 A magistrada do Juizado Especial considerou que não existe risco de falência dos acusados. Isso porque, em depoimento às autoridades policias Hildebrando declarou que atua no ramo de transportes, com remuneração mensal de R$ 10 mil e Adonias exerce atividade no ramo madeireiro, também com salário de R$ 10 mil.

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A magistrada ainda justificou a decisao dizendo que a busca pela verdade não pode permitir execessos contra pessoas que ainda aguardam manifestação do Judiciário sobre as investigações criminais que recaem sobre elas.

O caso

No vídeo divulgado no Youtube, é possível ver o momento em que Adonias e o empresário Hildebrando José Pais dos Santos se aproximam da vítima em um veículo não identificado. Em seguida, Adonias questiona o pedinte: “Está com fome”.

Logo depois, Hildebrando, que dirige o carro, pede para Adonias dar uma nota de R$ 20 ao morador de rua. O agressor entrega a cédula e pergunta à vítima se a situação está complicada devido o isolamento social na cidade para evitar a proliferação da Covid-19.

A vítima responde que “sim” e na sequência, Hildebrando pede para que Adonias entregue mais uma nota de R$ 5. Com o dinheiro na mão, o agressor pede para que o morador de rua se aproxime.

A vítima atende o pedido e quando se aproxima da porta do carro, Adonias desfere um tapa no rosto da vítima e diz: “Vai trabalhar, filho da p… Quer mais um (tapa), quer mais um (tapa)? Vagabundo…”, esbravejou o agressor.

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Otavio Ventureli(da redação com hntnoticias)

 

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