A senadora Margareth Buzetti voltou a defender a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as relações do Banco Master com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e outras autoridades. Segundo a parlamentar, o caso envolve questões de interesse público e exige esclarecimentos imediatos à sociedade brasileira.
De acordo com Buzetti, o requerimento para a CPI foi assinado com o objetivo de aprofundar as investigações e ampliar o alcance das apurações. Ela afirmou que o Congresso precisa ir além de investigações superficiais e examinar todos os possíveis envolvidos. Para a senadora, não é aceitável que dúvidas relevantes permaneçam sem resposta.
Em sua manifestação, Buzetti questionou situações que, segundo ela, precisam ser analisadas com rigor, como contratos firmados entre o banco e familiares de autoridades, relações profissionais com integrantes do Judiciário e episódios envolvendo viagens e decisões judiciais ligadas a investigações parlamentares.
A senadora destacou que a CPI é um instrumento constitucional do Legislativo para garantir transparência e permitir que os fatos sejam esclarecidos de forma ampla. O requerimento ainda depende do número mínimo de assinaturas e dos trâmites regimentais para que a comissão seja oficialmente instalada no Senado.
“O Brasil faz muitas perguntas e não pode ficar sem respostas”, diz Margareth Buzetti ao assinar CPI do Banco Master
A senadora Margareth Buzetti voltou a defender a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as relações do Banco Master com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e outras autoridades. Segundo a parlamentar, o caso envolve questões de interesse público e exige esclarecimentos imediatos à sociedade brasileira.
De acordo com Buzetti, o requerimento para a CPI foi assinado com o objetivo de aprofundar as investigações e ampliar o alcance das apurações. Ela afirmou que o Congresso precisa ir além de investigações superficiais e examinar todos os possíveis envolvidos. Para a senadora, não é aceitável que dúvidas relevantes permaneçam sem resposta.
Em sua manifestação, Buzetti questionou situações que, segundo ela, precisam ser analisadas com rigor, como contratos firmados entre o banco e familiares de autoridades, relações profissionais com integrantes do Judiciário e episódios envolvendo viagens e decisões judiciais ligadas a investigações parlamentares.
A senadora destacou que a CPI é um instrumento constitucional do Legislativo para garantir transparência e permitir que os fatos sejam esclarecidos de forma ampla. O requerimento ainda depende do número mínimo de assinaturas e dos trâmites regimentais para que a comissão seja oficialmente instalada no Senado.
































