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OAB MT pede que promotor seja denunciado por interceptações telefônicas ilegais conhecidas como “barriga de aluguel”

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A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MT) pediu que o promotor de Justiça Marco Aurélio Castro(foto) seja denunciado por interceptações telefônicas ilegais por meio da tática conhecida como “barriga de aluguel”.

O pedido foi feito ao desembargador Orlando de Almeida Perri, do Tribunal de Justiça, no processo ao qual o membro do Ministério Público Estadual (MPE) já responde pelo suposto vazamento de uma ligação entre o também desembargador Marcos Machado e o ex-governador Silval Barbosa.

Apesar de tramitar há quase um ano no Tribunal de Justiça, a ação ainda não teve decisão recebendo a denúncia, ou seja, o promotor de Justiça ainda não é sequer réu pelo suposto vazamento.

Marco Aurélio, foi denunciado pelo Núcleo de Ações de Competência Originária e pelo Procurador Geral de Justiça do Ministério Público, em outubro de 2019.

Depoimentos do cabo Gerson Ferreira Corrêa Júnior revelaram escutas ilegais, supostamente, ocorridas em investigações  conduzidas pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) quando era coordenado pelo promotor.

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A denúncia, feita depois de apuração no Naco, abarcou apenas a divulgação da conversa entre Marcos Machado e Silval, ocorrida em 16 de setembro de 2015.

O áudio havia sido registrado em meio às investigações da Operação Ouro de Tolo, na qual a ex-primeira-dama do Estado Roseli Barbosa era investigada. Ela havia sido presa e a conversa mostra Silval tentando, sem sucesso, interceder pela esposa junto ao magistrado.

Pelo pedido da OAB-MT, o processo deverá retornar ao procurador-geral de Justiça, José Antonio Borges Pereira, para que uma nova denúncia seja oferecida.

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Baixaria continua: Advogado Cleverson Contó divulga audio no qual uma mulher acusadora de agressão desmente que tenha sido agredida pelo profissional

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O advogado Cleverson Contó(foto) divulgou, nesta sexta-feira (18), áudios em que a Influencer Digital Mariana Vidotto supostamente nega ter sofrido as agressões das quais o acusa.

Nos áudios, que teriam sido trocados entre Mariana e o advogado, os dois também conversam sobre vídeos íntimos do casal que Contó teria se recusado a gravar.

Em um dos áudios, a Influencer Digital supostamente chega a dizer que muitas pessoas tem a procurado para esclarecer se Contó teria ou não cometido agressões físicas contra ela.

“É óbvio que as pessoas estão me perguntando “ele te bateu?”, “ele fez alguma coisa?”, “ele já te deu um soco?”, não. Você não fez isso comigo”, diz trecho do arquivo.

Em outro momento, Mariana e Cleverson conversam sobre vídeos íntimos que a blogueira teria pedido para o advogado gravar. Contó relembra que, mesmo sob insistência da ex-namorada, ele teria se recusado a fazer as gravações.

Mariana argumenta que teria ficado sabendo de vídeos íntimos entre Cleverson e Laryssa Morais, médica que também acusa o advogado de violência doméstica. O advogado, no entanto, rebate.

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Mariana, esquece isso. Depois que aconteceu todos os rolos, todos os vídeos que eu tinha, eu apaguei. Da última vez que a gente ficou, eu fiz questão de apagar assim que terminamos. Antes de tomar banho, eu apaguei os vídeos”, afirma.

Em seguida, a blogueira supostamente confirma que Cleverson teria apagado as imagens.

O caso

As agressões que teriam sido praticadas por Cleverson Contó ganharam as manchetes após Mariana Vidotto e um grupo de mulheres virem a público narrar a violência sofrida durante os relacionamentos que mantiveram com o advogado.

Em sua conta no Instagram, Mariana contou que chegou a perder cerca de nove quilos durante o relacionamento e que, no início do ano, Cleverson entrou com um processo contra ela com uma multa de R$ 20 mil caso ela dissesse algo sobre ele.

Outra vítima que ganhou destaque no caso foi a médica Laryssa Moraes que chegou a relatar, também no Instagram, que as agressões ela teria sofrido foram tão brutais que resultaram em um nariz quebrado e em retinas deslocadas. Cleverson também teria tentado estuprá-la com um pen-drive.

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Já a defesa do advogado Cleverson Campos Contó, representada por Eduardo Mahon, alega que Cleverson estaria sendo alvo de extorsão por parte das vítimas.

Mahon argumentou que não existem exames ou prontuários médicos apontando as agressões que foram relatadas pela médica Laryssa Moraes e a influencer digital Mariana Vidotto. Segundo a defesa, Mariana teria exigido R$ 500 mil para retirar as acusações contra Contó.

 

Otavio Ventureli(da redação)

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