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Ômicron: CDL alerta empresários para seguir protocolos de segurança e evitar novas medidas

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A variante Ômicron está disseminando rapidamente e alguns estados e municípios registram caos na saúde.
Sinop vem registrando aumento de casos, agravada com internações pela gripe influenza.
Conforme dados da secretaria municipal de saúde, desde o dia 22 de dezembro do ano passado, o número vem crescendo, obrigando o município a adotar algumas medidas como abertura de UBS 24 horas, suspender férias dos profissionais de saúde para que possam atender a população.
Somente da gripe, foram notificados 1.600 casos de influenza e duas mortes.
A Câmara de Dirigentes Lojistas se engaja e vai desenvolver nova campanha de conscientização junto ao comércio e consumidores, para que voltem a seguir os protocolos de segurança como uso de máscaras, higienização com álcool 70%, e distanciamento.
“Não queremos passar por períodos como no ano passado, com decretos fechando o comércio ou limitando o atendimento. Fica o alerta para nossos associados e os lojistas em geral para que cumpram as medidas”, explicou a gerente executiva da CDL, Vanusa Ires.
Na reunião realizada nesta segunda-feira (17) no gabinete, com entidades, vereadores, secretários e o comitê da Covid, o prefeito Roberto Dorner expôs a preocupação com o avanço dos casos. Salientou que não fará decreto, mas que seguirá medidas adotadas pelo estado.
“A situação é preocupante, nosso sistema de saúde está no limite. Todos precisam ajudar”, disse.
Sinop não irá realizar carnaval e o pedido da gestão é que eventos particulares também deixem de ser realizados. A prefeitura não irá vetar, mas pede que sejam evitados.
Uma campanha desenvolvida pela prefeitura na mídia já está sendo exibida, estimulando a população a se prevenir e procurar as unidades de saúde para vacinar, quem ainda não tomou as doses contra o Coronavírus. A ordem é intensificar a vacinação.
Representaram a CDL no encontro, a gerente Vanusa Ires, o diretor Nelgilney Denardi e da Associação dos Bares e Restaurantes, núcleo da CDL, Ademir Bonato.

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Por Julio Tabile/Comunicação CDL

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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