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Operação conjunta Caseus V da Polícia com órgãos ambientais prende 33 suspeitos, apreende veículos, barcos, gerador de energia e drones

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Durante 5 dias de atuação, a operação conjunta Caseus V prendeu 33 suspeitos e apreendeu veículos, barcos, gerador de energia, entre outros equipamentos.

A operação que teve inicio na segunda-feira(16), terminou no fim de semana(sexta-20) e teve como objetivo o combate à exploração ilegal de minérios na Terra Indígena Sararé, localizada no municipio de Pontes e Lacerda, em Mato Grosso.

Além da participação do Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron), a força tarefa teve atuação da Fundação Nacional do Índio (Funai), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e das forças especializadas da Polícia Militar de Mato Grosso, como Polícia Ambiental e Batalhão de Operações Especiais (Bope).

Além da identificação e prisão dos 33 suspeitos, as forças policiais destruíram acampamentos, ferramentas, canos, combustíveis, barcos, motores e diversos materiais utilizados para a prática de garimpagem ilegal.

Entre as apreensões realizadas estão um total de cinco veículos, 12 barcos, 14 motores de popa, um motor estacionário e um gerador de energia. O prejuízo ao crime foi estimado em R$ 5 milhões, entre multas aplicadas e materiais apreendidos.

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Os suspeitos foram conduzidos para a Polícia Federal de Cáceres para as providências que o caso requer.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com assessoria)

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Desembargador do TJ afirma que Marcelo Cestari e Gaby Cestari foram imprudentes ao colocar a filha que matou Isabele em clube de tiros

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O desembargador Juvenal Pereira da Silva, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), afirmou que os pais da adolescente que matou Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, foram imprudentes ao colocarem a menor em um clube de tiros.

Segundo a magistrado, o curso praticado pela menor facilitou o acesso dela com armas.

A afirmação consta na decisão em que o desembargador negou o pedido de liminar da defesa da adolescente, a qual requeria a soltura da infratora.

Além disso, Juvenal afirma que Marcelo Martins Cestari(foto) e Gaby Soares de Oliveira Cestari foram negligentes por não guardarem corretamente os artefatos bélicos em sua residência, no condomínio Alphaville 1, em Cuiabá.

“As medidas de proteção e as socioeducativas apenas são necessárias quando os direitos fundamentais da criança e do adolescente não são atendidos pelos seus responsáveis, ressaltando que no caso concreto seus pais foram imprudentes em inseri-la em clube de tiro facilitando livre acesso a armas de fogo e negligente pela guarda não segura dos artefatos bélicos existente dentro de casa”, diz trecho da decisão do desembargador.

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Versão é reiterada pelo STJ

A afirmação do desembargador foi reiterada pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça Antônio Saldanha Palheiro. Ele foi relator na apreciação de um habeas corpus impetrado pela defesa adolescente. O recurso foi negado no último sábado (23).

Casal é denunciado

Em novembro de 2020, o promotor de Justiça Milton Pereira Merquiades denunciou o casal por homicídio culposo, corrupção de menor, porte ilegal de arma, fraude processual e entregar arma para menor de idade. Caso condenados, eles podem pegar mais de 15 anos de prisão.

De acordo com a ação, tanto Marcelo quanto a mãe da menor, Gaby Cestari, corromperam a filha no dia 12 de julho, quando a adolescente disparou a arma Imbel 380 no rosto de Isabele.

Ao entregarem arma de fogo a menor, que acabou tirando a vida da amiga, os pais praticaram a corrupção, uma vez que se tratava de uma pessoa com menos de 18 anos de idade, cita a denúncia.

“Assim, fica evidente que, ao não tomar os cuidados necessários de vigilância e proteção, inerentes ao Poder Familiar, os denunciados, culposamente concorreram para que, a menor B.O.C. desferisse um disparo de arma de fogo em face da vítima isabele Guimarães Ramos, causando-lhe a morte”, diz trecho do documento do Ministério Público.

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Otavio Ventureli(da redação com hiper)

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