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Outra: Marido sai para trabalhar de madrugada deixa esposa dormindo, tenta contato não consegue e ao ir em casa encontra mulher morta

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Adriana Aparecida de Souza Silva, 27, foi encontrada morta no começo da tarde desta segunda-feira (30), em sua casa, no bairro Cidade Alta, em Reserva do Cabaçal, municipio de Mato Grosso.

A vítima estava com várias perfurações de faca pelo corpo, que foi encontrado pelo marido, que voltou do trabalho após Adriana não atender suas ligações. O caso é investigado.

De acordo com as informações, a Polícia Militar da cidade foi acionada via 190 para atender um crime de homicídio. Chegando no local, encontrou Adriana na cama, com várias perfurações de faca, já sem vida.

A cena do crime foi isolada e  a Perícia Oficial e Polícia Civil da cidade de Araputanga MT, municipio vizinho,  acionada para o caso. Aos militares, o marido da vítima contou que saiu para trabalhar por volta das 4h30, como de costume, e a deixou dormindo.

Mas, já por volta das 8h, passou a ligar a para a esposa, que não atendeu. No decorrer da manhã, as ligações também não foram atendidas. O fato causou estranheza no homem, que aproveitou o horário de almoço e retornou para casa.

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Quando ele chegou e foi em direção ao quarto, já encontrou Adriana coberta de sangue e sem sinais vitais. A Polícia Civil assumiu a ocorrência e vai investigar o crime. Não há informações se a casa estava arrombada.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com assessoria)

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Desembargador do TJ afirma que Marcelo Cestari e Gaby Cestari foram imprudentes ao colocar a filha que matou Isabele em clube de tiros

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O desembargador Juvenal Pereira da Silva, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), afirmou que os pais da adolescente que matou Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, foram imprudentes ao colocarem a menor em um clube de tiros.

Segundo a magistrado, o curso praticado pela menor facilitou o acesso dela com armas.

A afirmação consta na decisão em que o desembargador negou o pedido de liminar da defesa da adolescente, a qual requeria a soltura da infratora.

Além disso, Juvenal afirma que Marcelo Martins Cestari(foto) e Gaby Soares de Oliveira Cestari foram negligentes por não guardarem corretamente os artefatos bélicos em sua residência, no condomínio Alphaville 1, em Cuiabá.

“As medidas de proteção e as socioeducativas apenas são necessárias quando os direitos fundamentais da criança e do adolescente não são atendidos pelos seus responsáveis, ressaltando que no caso concreto seus pais foram imprudentes em inseri-la em clube de tiro facilitando livre acesso a armas de fogo e negligente pela guarda não segura dos artefatos bélicos existente dentro de casa”, diz trecho da decisão do desembargador.

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Versão é reiterada pelo STJ

A afirmação do desembargador foi reiterada pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça Antônio Saldanha Palheiro. Ele foi relator na apreciação de um habeas corpus impetrado pela defesa adolescente. O recurso foi negado no último sábado (23).

Casal é denunciado

Em novembro de 2020, o promotor de Justiça Milton Pereira Merquiades denunciou o casal por homicídio culposo, corrupção de menor, porte ilegal de arma, fraude processual e entregar arma para menor de idade. Caso condenados, eles podem pegar mais de 15 anos de prisão.

De acordo com a ação, tanto Marcelo quanto a mãe da menor, Gaby Cestari, corromperam a filha no dia 12 de julho, quando a adolescente disparou a arma Imbel 380 no rosto de Isabele.

Ao entregarem arma de fogo a menor, que acabou tirando a vida da amiga, os pais praticaram a corrupção, uma vez que se tratava de uma pessoa com menos de 18 anos de idade, cita a denúncia.

“Assim, fica evidente que, ao não tomar os cuidados necessários de vigilância e proteção, inerentes ao Poder Familiar, os denunciados, culposamente concorreram para que, a menor B.O.C. desferisse um disparo de arma de fogo em face da vítima isabele Guimarães Ramos, causando-lhe a morte”, diz trecho do documento do Ministério Público.

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Otavio Ventureli(da redação com hiper)

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