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Pensando na aposentadoria em 2022 vice-Governador Otaviano Pivetta também não descarta uma possível candidatura ao Governo de MT

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Após desistir da candidatura ao Senado, o vice-governador Otaviano Pivetta(a direita na foto) não descarta uma possível candidatura como governador em 2022.

De acordo com o político, não existem planos antecipados e a conjuntura será analisada no ano eleitoral.

“Sinceramente, quem não quer ser governador do estado de Mato Grosso? Eu não penso nisso, por enquanto, porque eu não vivo de ilusão, de sonho.  Eu sou companheiro do Mauro Mendes, a gente escolheu andar juntos desde 2008, eu confio nele, é recíproco […] Em 2022, vamos analisar como está a conjuntura, como a gente se encaixa para continuar ajudando, ou vamos aposentar”, ressalta.

Apesar de admitir a possibilidade, o vice-governador desmentiu que já exista um grupo político pedindo a sua candidatura na próxima eleição.

“Não tem um grupo que pede a minha candidatura ao governo, todo mundo sabe do meu comportamento e do meu pensamento sobre isso. Eu respeito muito o tempo, Mauro é o primeiro da fila, tem todas as condições para buscar uma reeleição, se ele quiser. Eu vou apoiá-lo, ele está indo bem, está fazendo um governo pró ativo”, comenta.

A desistência de Pivetta na disputa ao Senado foi em consideração a um pedido do próprio governador. Segundo o vice, existiam boas condições políticas, mas o mandato ao lado de Mendes foi um fator crucial na decisão.

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Ao acatar o pedido do governador, Otaviano também deixou o caminho livre para que Mauro Mendes  apoie Carlos Fávaro (PSD), também pré-candidato ao Senado.

 

Otavio Ventureli(da redação com assessoria)

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Partido entra com uma ação na justiça contra o Senador biônico Carlos Fávaro por prática de propaganda eleitoral indevida

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O PSDB de Mato Grosso ingressou com uma representação contra o pré-candidato ao Senado, Carlos Fávaro(foto), pela prática de propaganda eleitoral indevida.

O diretório regional do PSDB alega que o senador interino e pré-candidato estaria impulsionando propagandas eleitorais de forma massiva, a pretexto de divulgar atos parlamentares.

O partido, que lançou Nilson Leitão à disputa pela vaga de senador, afirma que, apesar da divulgação parlamentar não ser proibida durante a pré-campanha, Fávaro estaria abusando da prerrogativa, postando e impulsionando conteúdo de forma massiva.

“Desde agosto de 2020 o Representado vem flagrantemente abusando desse direito, postando e impulsionando conteúdo, de forma excessiva e com nítido caráter eleitoral, uma vez que é de conhecimento público e notório que o Sr. Carlos Henrique Baqueta Fávaro é pré-candidato declarado nas eleições suplementares ao Senado Federal de 2020 em Mato Grosso”, diz trecho do documento.

O PSDB destacou que, em apenas dois dias, Fávaro fez 136 postagens patrocinadas em suas redes sociais. Cada publicação teria o alcance de até 50 mil potenciais eleitores.

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A sigla também questionou os valores gastos pelo pré-candidato durante sua atuação no Senado Federal. Fávaro, que foi diplomado como sendor interino apenas em abril de 2020, gastou mais de R$ 51 mil em divulgação da atividade parlamentar.

O valor é sete vezes superior ao do senador eleito por Mato Grosso Jayme Campos (DEM) e a disparidade é ainda maior quando considerados os gastos do senador Wellington Fagundes (PL), que dedicou apenas R$ 2,5 mil à publicidade.

“Os gastos neste período de pré-campanha devem ser módicos, o que contrapõe o volume de disparos publicitários pagos realizados pelo Representado, uma vez que é vedada a interferência do aporte financeiro para estruturar uma campanha que sequer se iniciou, mormente porque isto só é possível após a data final do registro de candidatura (16.09.2020), nos termos do que dispõe o art. 9º, III da Resolução/TSE nº 23.624/2020”, ressalta a representação.

De acordo com a legislação eleitoral, os candidatos só podem veicular propagandas a partir do dia 26 de setembro, quando se encerra o prazo para o registro das candidaturas junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Diante disso, o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) requereu, junto ao Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso (TRE-MT), a concessão de liminar para determinar a imediata retirada das propagandas eleitorais das páginas de Fávaro no Facebook e Instagram no prazo de 24 horas, sob pena de multa diária de R$ 5 mil.

O PSDB também pediu que Fávaro se abstenha de impulsionar postagens em suas redes sociais no período da pré-campanha, ou seja até dia 26 de setembro de 2020.

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