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Polícia Civil apreende 17 toneladas de materiais de construção adquiridos com cartões clonados

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A Polícia Judiciária Civil de Barra do Garças, por meio de investigações da Delegacia Especializada em Roubos e Furtos (Derf) e com o apoio do Núcleo de Inteligência da unidade, apreendeu uma carga de 17 toneladas de materiais de construção, adquiridas em uma loja da cidade com cartões de crédito clonados, totalizando o valor de R$ 61.286,20.

Na mesma ação, a loja de materiais de construção, que ainda desconhecia o golpe, foi advertida a não entregar outra compra feita pela quadrilha de estelionatários no valor de R$ 42.032,00.

Segundo o delegado Wilyney Santana Borges, titular da Derf de Barra do Garças, a ação policial evitou um prejuízo inicial de R$ 103.318,02. As investigações iniciaram quando a Polícia Civil recebeu a informação de que uma quadrilha de estelionatários estava adquirindo materiais de construção em uma empresa da cidade e para o pagamento repassavam dados de cartões de crédito clonados de outras pessoas terceiros. Os estelionatários parcelavam a compra e diziam que a mercadoria seria retirada na loja.

Golpe

Para não chamar atenção dos vendedores, os estelionatários informaram que haviam recebido como herança uma fazenda situada no município de Água Boa, e que reformariam as instalações já existentes, necessitando assim de quantidade expressiva de material de construção.

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Para finalizar a compra, os suspeitos repassavam os dados dos cartões de crédito para a empresa e, após a aprovação das vendas, entravam em contato com caminhoneiros que fazem frete na cidade de Barra do Garças, contratando o serviço. Quando a mercadoria era retirada da loja, em tese para ser levada até Água Boa, os golpistas novamente entravam em contato com o caminhoneiro que havia retirado os materiais, dizendo que seria necessário fazer o transbordo da mercadoria para outro caminhão, pois seguiriam a outro destino diverso do que constava na nota fiscal.

As mercadorias eram colocadas neste outro caminhão, ainda em Barra do Garças, em uma rua com pouco movimento, próximo ao fórum da cidade. A quadrilha entrava em contato com outros motoristas que fazem frete em Goiânia (GO) para contratar io transporte. Quando a mercadoria chegava na capital goiana, os falsários diziam para o caminhoneiro que seria necessário fazer o transbordo da mercadoria para outro veículo, que ia para local ainda ignorado.

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Segundo o delegado Wilyney Borges, a princípio, os caminhoneiros contratados para o transporte da mercadoria também foram enganados pela quadrilha, que comandava todas as ações por meio de telefonemas e aplicativos. Foi apurado que nem os vendedores e os caminhoneiros tiveram contato físico com o suposto dono da mercadoria.

Os investigadores descobriram que o grupo criminoso já tinha conseguido comprar, no período de 16 a 23/09/2019, a quantia de R$ 216.086,86 em mercadorias na mesma empresa e já retiraram os produtos da loja, causando prejuízo financeiro que poderão recair sobre a empresa de material de construção ou da administradora de cartões de crédito, pois os titulares dos cartões, ao receberem as faturas, vão contestar as compras.

As investigações apuraram que entre as vítimas que tiveram seus cartões de crédito clonados está um magistrado da área criminal de São Paulo. Segundo apurado pela Polícia Civil, os estelionatários pretendiam comprar mais de R$ 1.000,000,00 em mercadorias utilizando cartões clonados, golpe interrompido pela ação policial.

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De mau gosto: Rapaz de 21 anos simula assalto a amigos PM está no local e dispara contra o jovem que é atingido; Corregedoria vai apurar

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Um rapaz de 21 anos levou um tiro no maxilar(foto) no começo da noite de quarta-feira (24), após usar uma arma de brinquedo para assustar os amigos, em um comércio na avenida Ulisses Pompeu de Campos, em Várzea Grande. Um policial que estava no local flagrou a cena, acreditou que se tratava de um roubo, reagiu e atirou contra o rapaz.

De acordo com as informações divulgadas pela Ronda Ostensiva Tática Móvel (Rotam), o caso foi registrado por volta das 19h30 em uma oficina mecânica.

Testemunha contou que um homem chegou no local portando um arma de fogo e que tentou enquadrar um dos funcionários. Mas, um cliente que estava fazendo manutenção no veículo particular, na verdade era um policial, que teria se identificado e pediu para o homem soltar a arma.

Testemunhas contaram que o policial chegou a gritar “Polícia, largue a arma!”, mas o rapaz não soltou. Consta no boletim de ocorrência que o jovem “continuou se aproximando, inclusive ciclando a pistola que estava em suas mãos”.

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Diante do risco, o policial disparou um tiro contra o então suspeito, que caiu ferido no local. Arma falsa Enquanto a ocorrência estava em andamento, Guarda Municipal ouviu o tiro e compareceu no lugar para dar apoio.

Já com a vítima no chão, policiais constataram que se tratava de um simulacro de arma de fogo. Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e o rapaz encaminhado para uma unidade médica com um ferimento na região do maxilar.

O estado dele é grave, mas estável. A PM informou que ele não corre risco de morte. A Corregedoria da PM foi informada do caso, bem como os comandantes da Rotam e a Polícia Civil.

Um irmão da vítima esteve na ocorrência e contou que o rapaz encontrou o simulacro na rua, na parte da manhã. Ele tinha dito para o irmão se desfazer do objeto, o que não ocorreu.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com assessoria e GD)

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