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Polícia Civil em conjunto com PRF monta Operação e em confronto mata 12 perigosos bandidos que pertenciam a organização criminosa

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A força-tarefa da Polícia Civil, criada para combater a ação de milícias na Baixada Fluminense, realizou mais uma ação, nesta quinta-feira(15).

Desta vez, o grupo, em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), interceptou um comboio de milicianos na altura do posto da PRF da Rio-Santos, em Itaguaí. Na ação, policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), em ação conjunta com e da PRF, foram atacados pelos suspeitos, que portavam fuzis, metralhadoras e pistolas.

De acordo com delegado Rodrigo Oliveira, subsecretário de Planejamento e Integração Operacional da Polícia Civil, o comboio era formado por milicianos ligados a Danilo Dias Lima, o Danilo Tandera. Eles vinham sendo monitorados há cerca de 15 dias pelo serviço de inteligência da força-tarefa, que apurou a frequente movimentação de criminosos em uma rota que liga a Zona Oeste à Baixada.

O delegado conta ainda que o primeiro tiro partiu do bando, e um policial da Core foi atingido, mas foi protegido pelo colete balístico. A partir desse momento, o confronto começou. Onze homens ligados ao Tandera foram mortos no local. O 12º chegou a ser socorrido, mas também não resistiu. Ainda segundo Oliveira, nenhum suspeito fugiu.

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— Eu afirmo com absoluta convicção que estamos no caminho certo —, avaliou o subsecretário sobre a atuação da força-tarefa contra a milícia.

Na ação foram apreendidos cinco fuzis, três metralhadoras foram apreendidos, além de pistolas, munição, uma granada, aparelhos de comunicação e os quatro carros que faziam parte do comboio.

Nas redes sociais, moradores relataram a ação:

— Clima tenso na Rio Santos na altura da base da PRF, em Itaguaí. Informações dão conta de que milicianos foram baleados ao confrontar os agentes —, comentou um perfil.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com extrario)

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ex-Presidente da Aprosoja classifica de “uma arbitrariedade tremenda” decisão da atual Presidência de impedir reunião

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“Uma arbitrariedade tremenda”. Assim classificou Rui Prado,  sobre a decisão do atual mandatário da Aprosoja,  Antonio Galvan, em impedir a reunião do Conselho Fiscal.

Prado é ex-presidente da entidade, ex-presidente da Famato e faz parte do Conselho Consultivo.

“O presidente de uma associação que veda o trabalho fiscal de fazer seu trabalho é de uma arbitrariedade tremenda. O Conselho é o órgão que além de fazer a fiscalização da parte econômica, também faz orientações a respeito desse assunto”, explicou.

Na última sexta (3), os conselheiros Jose Guarino Fernandes, Naildo da Silva Lopes e Jesur José Cassol foram notificados e proibidos de ter acesso aos documentos contábeis da Aprosoja. Eles estiveram em Cuiabá na data prevista, mas não puderam exercer suas funções.

Na ocasião, não houve qualquer justificativa de Galvan. Por meio de uma nota à imprensa, ele informou que agiu para manter a segurança da entidade e acusou os membros do Conselho de vazar informações para prejudicar a sua imagem. Ainda afirmou que irá levar a questão à Justiça.

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 Me parece que pode ter problemas de ordem financeira dentro da cooperativa e o presidente não quer que vejam isso”, afirmou Prado.

“Então, à medida que o Conselho Fiscal, eleito independente da diretoria é proibido de fazer seu trabalho, tem alguma coisa errada. Me parece que pode ter problemas de ordem financeira dentro da cooperativa e o presidente não quer que vejam isso”, explicou Rui Prado.

Em sua opinião, se existe qualquer problema com relação ao vazamento de dados, isto deveria ter sido resolvido de forma interna, sem que houvesse o cancelamento da análise das contas. Para ele, inclusive, a associação será prejudicada com a decisão do presidente.

“Não vejo autoridade do presidente para cancelar este trabalho. Não sou advogado, mas não vejo legalidade nisso. Espero que haja uma convocação dos associados em Assembleia Geral para resolver questões desta natureza”, disse.

“A associação movimenta dinheiro e para a movimentação de dinheiro precisa ter honestidade, transparência e integridade. Os recursos que estão dentro da associação são dos associados e os associados votaram para ter esse tipo de reunião”, complementou.

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A reunião do Conselho Fiscal deve acontecer de maneira ordinária a cada trimestre e tem como intuito a análise das contas da associação. Os conselheiros fazem este trabalho de forma voluntária e encontros são agendados conforme disponibilidade em suas produções.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com rdnews.)

 

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