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Policia Civil de Mato Grosso investiga assassinato de homem de 19 anos morto a tiros por pertencer a uma facção criminosa no Estado

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Um homem de 19 anos foi morto a tiros e outras duas pessoas, sendo um rapaz de 24 e um menor, acabaram feridos, na noite desta terça-feira (6), em uma rua da cidade de Tapurah, em Mato Grosso.

Dois homens em uma moto foram os responsáveis pelo crime e estão sendo procurados. A motivação seria uma foto postada em rede social onde dois deles diziam ser membros do Comando Vermelho.

De acordo com as informações, o trio estava sentado na calçada de casa, no bairro São Cristóvão, quando por volta das 21h57, dois homens em uma motocicleta preta se aproximaram, o garupa sacou uma arma e começou a atirar na direção deles.

Um dos homens conseguiu correr e se escondeu dentro de um terreno com escoriações. Ele contou que só escutou o momento em que a esposa de uma das vítimas gritou pedindo socorro e logo ouviu a moto deixando o local. Ele afirma que não sabe o motivo do crime.

Uma das vítimas, identificada como Jean de Oliveira Silva, 19, foi socorrido e encaminhado para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos e acabou morrendo. Já o menor foi encaminhado para o Hospital Regional de Sorriso, devido à gravidade do ferimento.

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Foto do CV

Segundo a esposa de Jean, eles estavam morando há 4 meses em Tapurah já que precisaram ‘fugir’ da cidade que moravam após ele ter postado uma foto na rede social, junto com a outra vítima que teve escoriações, onde diziam ser membros do Comando Vermelho.

Depois disso, integrantes da facção passaram a persegui-los, fazendo com que eles deixassem a cidade. No dia do crime, um amigo deles, teria pedido para que o grupo sentasse do lado de fora da casa, onde eles nunca sentavam – ela dizia que o grupo se reuniu no quintal.

O amigo sentou com o trio e logo em seguida foi embora. Não demorou muito, os motoqueiros passaram atirando e matando Jean. Ela acredita que o amigo armou uma armadilha. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com PJC)

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COREN investiga suposto caso de estupro de paciente no Hospital Municipal de Cuiabá e que a entidade merece o “beneficio da dúvida”

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O presidente do Conselho Regional de Enfermagem de Mato Grosso (Coren), Antônio César Ribeiro(foto), afirmou que o suposto estupro de uma paciente da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) está sendo investigado e que as características fornecidas pela vítima do agressor não condizem com a equipe plantonista.

De acordo com o presidente após serem informados sobre o ocorrido, uma equipe de fiscalização foi encaminhada para o local e colheu as informações da mulher de 45 anos. Durante o relato da vítima, ela informou que estava sonolenta após ter recebido uma medicação.

Ao acordar, ela percebeu que estava com um sangramento e sentia fortes dores na região intíma. Apesar de não ter o nome divulgado, foi informado que a mulher estava internada após ter sofrido um infarto.

Conforme o relato da vítima, o agressor seria um homem negro e alto que estaria usando um uniforme verde, porém segundo Antônio na ocasião a equipe plantonista estava usando uma roupa branca.

“Merecemos o benefício da dúvida. Na escala de plantão constava somente dois homens, sendo um médico e um enfermeiro e nenhum correspondia com a descrição feita pela paciente”, pontuou o presidente.

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Antônio destacou ainda que existe a possibilidade de funcionários de outros departamentos terem cometido o crime. Durante o relato da vítima, ela informou que estava sonolenta após ter recebido uma medicação.

“Muitas pessoas passam naquele local. Acho prudente o afastamento neste caso, mas será investigado e caso seja comprovado ele vai ser demitido e responderá legalmente”, pontuou.

Uma investigação foi aberta pelo Coren para apurar o ocorrido, paralelamente com a Polícia Civil. A mulher está fazendo acompanhamento psicológico e recebeu as medicações indicadas no protocolo para este tipo de situação.

“O Coren vai acompanhar o caso e vamos ter isso esclarecido. Não vamos negar a possibilidade de ter ocorrido o caso, mas lembramos que nem todas essas situações estão relacionadas a equipe de enfermagem”, concluiu.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com assessoria)

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