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Polícia Militar de MT vai instaurar dois procedimentos na modalidade de inquérito policial para apurar confronto entre bandidos e o BOPE

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A Corregedoria Geral de Polícia Militar informou que, em relação ao confronto com a morte de seis bandidos(foto), na madrugada desta quarta-feira (29), em Cuiabá, serão instaurados dois procedimentos na modalidade de Inquérito Policial Militar (IPM).

Um IPM, por se tratar de mortes por intervenção de agentes do Estado, terá como finalidade a apuração da ação policial que resultou nas mortes.

Já o outro investigará o furto da arma de fogo, a pistola .40 da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso, que estava cautelada por um sargento e que, conforme Boletim de Ocorrência (BO) registrado por ele, pode ter sido furtada por seu filho, Leonardo Vinycius de Moraes Alves, morto no confronto.

A PM disse que, equivocadamente, informou que o soldado Oacy da Silva Taques Neto, 30 anos, também morto nesse confronto, estaria de licença médica para tratamento de saúde.

O soldado Taques, que era lotado no 3º Batalhão de Polícia Militar, Base Bosque da Saúde, estava de folga regulamentar.

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Otavio Ventureli(com ascom PM)

 

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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