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Polícia Militar MT ainda não confirmou se áudio deixado por soldado assassinado pelo BOPE nesta quarta(29) é autêntico

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Um áudio atribuído ao policial militar Oacy da Silva Taques(foto), morto em confronto com o Batalhão de Operações Especiais (Bope) na madrugada desta quarta-feira (29), nos fundos do Belvedere 2, bairro Itamaraty, em Cuiabá, mostra a preocupação do homem com o que chamou de “situação que não tem como voltar atrás”.

Na gravação, apesar de mostrar otimismo em certo ponto, ele diz que não ter como “sair dessa”. O PM e outras cinco pessoas, incluindo o filho de um sargento, acabaram perdendo a vida após atirar contra a unidade especializada.

Na gravação  que parece ter sido realizada na véspera do ocorrido, o policial militar pede para que uma mulher deixe o áudio  guardado, para que mostra a sua ex-mulher. “O que eu vou falar para você agora, ninguém sabe. Estou indo em uma situação, que não tem como eu voltar atrás mais. Não vai acontecer nada comigo, mas se acontecer, deixa esse áudio gravado”.

“Quero que você fale para a A. que eu amo muito ela, meu filho, do fundo do meu coração. Quero que me perdoe se eu magoei ela com alguma coisa. É obvio que eu fiz isso, mas ficou para trás. Estou em uma missão meio bomba amanhã, não tem como eu sair dessa. Mas se der certo, vai ser bom também, porque nunca mais vou precisar fazer nada errada na minha vida”, finaliza o áudio.

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As autoridades ainda não confirmaram de forma oficial que o áudio seria do soldado Oacy da Silva Taques.

 

Otavio Ventureli(com olhardireto.)

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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