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Policiais civis cumpriram mandado e prenderam enfermeiro que estava foragido da Justiça há 16 anos por assassinato

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Policiais civis da 3ª Delegacia do Coxipó, cumpriram um mandado de prisão contra um enfermeiro, que estava foragido da Justiça há mais de 10 anos por ter matado um desafeto em Cáceres. municipio de Mato Grosso,  após um show da dupla Bruno e Marrone, no ano de 2004.

A prisão foi feita por agentes da Polícia Judiciária. Ele estava trabalhando na terça-feira(28)  em um hospital situado na Rua Tenente Thogo da Silva Pereira, no bairro Popular, em Cuiabá.

Em 2004, quando cometeu o crime, segundo relato do processo que consta no Tribunal de Justiça de Mato Grosso, o enfermeiro Airton Ney da Silva teria atirado duas vezes em Valdeberto Bruno Chaves.

A confusão começou após o show. Airton saiu do evento com a namorada e Valdeberto teria passado e encostado a bicicleta na sua companheira. Depois disso eles começaram uma briga e Airton foi pra sua casa.

Em seguida, ele pegou a arma e foi até o endereço de Valdeberto, que morava na mesma rua de sua casa. Após chamá-lo, Airton atirou e fugiu. Ele foi julgado pelo crime e foi condenado a 16 anos de reclusão por homicídio qualificado.

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Mesmo julgado, ele ficou foragido. Airton chegou a fazer faculdade de enfermagem em uma universidade de Várzea Grande e estava trabalhando quando foi capturado. Após a detenção, ele foi colocado na viatura sem o uso de algemas e levado para a Delegacia de Capturas, no bairro Centro América, em Cuiabá.

 

Otavio Ventureli(com assessoriaPJC)

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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