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Prefeito afirma que chamou a atenção de adjunto da saúde flagrado passeando de lancha com a namorada no lago de manso

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro(foto a esq),  afirmou ter repreendido o secretário-adjunto de Saúde de Cuiabá, Milton Correa, que foi flagrado passeando de lancha no Lago do Manso no último fim de semana. Sem máscara, o adjunto aproveitava o passeio com a namorada e uma amiga. Milton negou que tenha participado de uma festa que aconteceu no local.

Emanuel comentou a repercussão do ocorrido e garantiu que o secretário-adjunto recebeu uma advertência, mas continua à frente do cargo, um dos mais importantes na saúde municipal.

“Eu tive uma reunião muito dura com ele e com secretário de Saúde, Luiz Antonio Possas. Fiz uma advertência que não tera uma segunda vez. Mas ouvi as explicações dele, que garantiu que estava só com a namorada e uma amiga e não conhecia ninguém na festa”, asseverou o prefeito.

Emanuel  Pinheiro pontuou que as grandes responsáveis pelo aumento no número de casos de Covid-19 em Cuiabá, são as atividades de lazer. Por isso, o prefeito cobrou exemplo especialmente dos servidores que atuam em sua gestão. “Eu sou bohêmio. Adoro a intensidade e calor humano. Sou cuiabano nato e estou tendo que me privar, dar exmplo, não vou a lugar nenhum e como um auxiliar meu não vai fazer?”, afirmou.

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O vereador Juca do Guaraná, vice líder de Pinheiro na Câmara Municipal de Cuiabá, também foi flagrado no Lago do Manso neste fim de semana. O parlamentar também negou que tivesse participado da festa, e garantiu que apenas passeava com a família.

“Não houve participação minha em festa; eu estava em família, sentado em um restaurante almoçando com minha namorada, minha afilhada e a mãe dela, como qualquer um poderia estar. O Manso é um lugar grande, algumas pessoas quiseram associar a minha imagem a uma festa, mas eu estava em família”, frisou.

Em nota, Juca ressaltou que nunca subestimou a gravidade da pandemia de Covid-19.

Já o secretário-adjunto Milton Correa esclareceu que não sabia da realização de uma festa no Lago do Manso no dia em que esteve no local. Milton ressaltou que passeava com a namorada e uma amiga, como informou o prefeito, e admitiu ter errado ao divulgar o momento de descanso nas redes sociais.

 

Otavio Ventureli(com hntnoticias.)

 

 

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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