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Prefeito de Florianópolis SC passa mal na noite desta sexta-feira(16) e é internado na manhã deste sábado(17) com suspeita de covid 19

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O prefeito de Florianópolis SC,  Gean Loureiro(foto),  foi internado na manhã deste sábado (17) em um hospital da Capital por conta da Covid-19.

Segundo a assessoria do prefeito, ele não passou bem, teve febre e outros sintomas moderados na noite desta  sexta (16) e, por isso, foi levado para o Hospital Baía Sul para ficar em observação. O estado de saúde atual não foi informado.

Gean anunciou na segunda-feira (12) que testou positvo  para o coronavírus. Ele também é candidato à reeleição.

De acordo com o boletim desta  sexta-feira(16) do governo do estado, Florianópolis é a segunda cidade catarinense com mais casos de Covid-19 e a quarta com mais mortes pela doença. A Capital tem 15.569 casos confirmados, com 140 mortos. No Estado todo,  são 232.933 pacientes desde o inicio da pandemia, com 2.962 mortes.

Otavio Ventureli(da redação com G1)

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Oncologistas alertam que o envelhecimento é um dos fatores de risco para o câncer de mama em mulheres acima de 45 anos e idosas

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Entre todos os tipos de câncer, o que mais acomete as mulheres é o de mama. E os dois principais fatores de risco para a doença são: ser mulher e o envelhecimento, afirma a oncologista Carla Nakata.

O alerta é para que as mulheres acima dos 45 anos, e principalmente na terceira idade, intensifiquem os cuidados para monitorar a saúde, já que é nesta fase da vida que o câncer de mama é mais frequente.

“O câncer de mama pode acontecer em qualquer fase da vida, porém é mais frequente por volta dos 45, aos 65 anos de idade. Por isto, é importante o rastreamento e o diagnóstico precoce, ou seja, logo no início do câncer. A chance de essa mulher ficar curada ao longo da vida é muito alta, girando em torno de 95% a 98%, dependendo do caso. Quando eu diagnostico essa mulher em um quadro avançado as chances diminuem”, explica.

A paciente que tem o diagnóstico precoce pode precisar de menos procedimentos onerosos, e mais complicados. “Às vezes a paciente que identificou um câncer no início nem vai precisar de quimioterapia. Sem contar que ela vai ficar curada, podendo voltar a fazer as suas atividades normais, que é o sucesso do tratamento”, avalia.

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Outros fatores de risco envolvidos são a obesidade, genética (vários casos de câncer de mama na família), ou o uso de terapia hormonal para pacientes que entram na menopausa, mas para 95% das mulheres, a doença vai acontecer ao acaso.

“O fator de proteção seria a amamentação. Quanto maior o número de filhos e a amamentação, por quanto mais tempo melhor é a proteção para um câncer de mama”, ressalta.

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), são esperados 66 mil casos de diagnósticos novos de câncer de mama no País. A cada 100 mil mulheres, 61 serão acometidas com a doença. “A incidência é alta, e por isso que a gente faz esse programa de conscientização das mulheres para fazer o rastreamento do câncer de mama”.

Como detectar

O diagnóstico precoce passa por um exame de mamografia, ou ultrassom, que são fáceis e baratos. O auto exame de toque nos seios pode ajudar a paciente a perceber algum nódulo e procurar o mais breve um médico para os exames e o diagnóstico.

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“Na maioria das vezes o câncer é assintomático. O sintoma mais frequente é a mulher sentir um caroço na mama, ou na axila. Esse caroço não dói, é endurecido, fixo. Pode ficar com a mama vermelha, pele com aspecto de casca de laranja, mais grossa com pontinhos, pode haver uma inversão do mamilo, pode haver dor, mas são sintomas menos comuns”, conta a especialista.

 

 

Otavio Ventureli(da redação)

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