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Prefeitura da capital confirma para o próximo dia sete de agosto a entrega das casas do residencial Nico Baracat II em fase de conclusão

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A entrega do Residencial “Nico Baracat II”, em Cuiabá, será realizada no dia 07 de agosto.

De acordo com a Secretaria Municipal de Habitação e Regularização, em decorrência da pandemia do novo coronavírus, as chaves serão entregues de maneira gradual, para grupos de 50 pessoas, garantindo o cumprimento das medidas de biossegurança.

O residencial está em fase final de obras. O residencial está inserido no programa “Minha Casa, Minha Vida”.

A entrega da segunda etapa, com 443 casas deve acontecer no dia 07 de agosto seguindo normas de biossegurança e distanciamento mínimo, de maneira que não aja aglomeração.

O cronograma de entrega será divulgado nos próximos dias pela prefeitura. O mutirão para finalização do residencial contou com a parceria da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), Águas Cuiabá, Energisa e Caixa Econômica Federal.

Há sete anos foi assinado o contrato para a construção do conjunto habitacional. Desde que assumiu o mandato, em 2017, o prefeito estabeleceu como uma das prioridades, destravar o processo junto ao governo federal para concretizar a entrega das chaves às famílias contempladas.

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Em 17 de junho de 2019, a prefeitura e a Caixa entregaram 360 casas do “Nico Baracat I”. Já o “Nico Baracat III” segue com as obras de acordo com as recomendações de biossegurança, assim como o atendimento dos sorteados, que está sendo realizado por agendamento para finalização do processo de análise de documentos.

 

Otavio Ventureli(com DC)

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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