Momento +

Pressionando o Náutico no decorrer da etapa final o Cruzeiro consegue o empate aos 40 minutos do segundo tempo pela Série B neste domingo

Publicados

em

O Cruzeiro estava perto de sofrer mais uma derrota na Série B. O Náutico havia saído na frente com Vinícius no primeiro tempo e parecia ter a partida sob o controle até o final, mas a Raposa, apesar disso, não se entregou.

Mais na base da força do que na técnica, o time de Felipão aumentou a pressão nos últimos minutos do jogo e conseguiu arrancar o empate por 1 a 1 aos 40 do segundo tempo com Aírton.

O Cruzeiro começou o jogo melhor. Teve mais presença e volume ofensivo e criou uma boa situação, em chute de média distância de Arthur Caíke, mas o foguete foi bem defendido por Jefferson. Pouco depois disso, no entanto, o Náutico abriu o placar com finalização rasteira de Vinícius – e aí a balança começou a pender para o lado alvirrubro.

A Raposa se abateu com o gol sofrido, enquanto o Timbu cresceu com a vantagem no placar. Kieza teve uma boa oportunidade em lançamento de Jean Carlos. Depois, o próprio meia bateu falta com muito perigo, e Fábio fez ótima defesa.

Na volta para a segunda etapa, Felipão fez duas mudanças: tirou Matheus Pereira e Marquinhos Gabriel, acionando Patrick e Sassá. As alterações, no entanto, não surtiram o efeito que o técnico esperava.

Leia Também:  Boletim da Secretaria Estadual de Saúde de Mato Grosso registra nesta terça(1º)744 novos casos confirmados de coronavírus no Estado

Apesar delas, o Cruzeiro não melhorou e também não conseguiu pressionar, a não ser pelos minutos finais – mais na base do abafa do que com jogadas propriamente construídas. Foi assim que aumentou o volume e chegou ao empate, com Aírton. Ao Timbu, cabe lamentar as chances perdidas de matar o jogo, como a finalização cara a cara que Erick teve e perdeu no decorrer do segundo tempo.

 

 

Otavio Ventureli(da redação)

Momento +

Após 30 horas de julgamento homem que matou mulher e filha de oito meses é condenado a 82 anos de cadeia em regime fechado

Publicados

em

Após cerca de 30 horas de julgamento, o mais longo da Justiça cearense, o empresário Marcelo Barberena foi condenado a 82 anos de prisão .

A sentença foi proferida na noite desta terça-feira (1º) em sessão no Plenário 25 de Março, na Câmara Municipal de Paracuru, no Ceará. Ele é acusado de matar a mulher e a filha de oito meses  em uma casa de veraneio no mesmo município, em 2015.

A juíza Bruna dos Santos Costa Rodrigues determinou ainda que o réu seja preso imediatamente, de forma provisória, enquanto ainda cabe recurso. Ou seja, Marcelo Barberena pode recorrer da sentença, porém, já deve cumpri-la em regime fechado.

Os advogados de acusação, Holanda Segundo e Leandro Vasques, comentaram a decisão. “Nós nos sentimos com o sentimento de dever cumprido. O veredito condenatório foi importante. Acreditamos que esse decreto condenatório, principalmente a prisão, não traz Jade e Adriana de volta da prisão perpétua da prisão onde Marcelo as enviou, mas certamente traz um alívio. E de onde elas estão devem estar se sentindo justiçadas com essa condenação merecida”, declarou Vasques.

Leia Também:  Após 30 horas de julgamento homem que matou mulher e filha de oito meses é condenado a 82 anos de cadeia em regime fechado

Nestor Santiago, advogado de defesa do empresário, queixou-se da decisão. “A defesa lamenta profundamente não só a decisão da maioria dos jurados, bem como a pena exagerada que foi aplicada ao Sr. Marcelo Barberena Moraes. As medidas judiciais já estão sendo tomadas em favor dele”, informou Santiago.

O advogado de acusação Leandro Vasques comemorou o resultado da sentença em nome da família das vítimas. “A tão almejada justiça foi alcançada com o soberano veredicto condenatório do Conselho de Sentença de Paracuru que não hesitou em acolher todas as teses acusatórias. Nós que representamos a família enlutada de Adriana e Jade celebramos com eles esse resultado que não as traz de volta do infeliz destino para onde Marcelo Barberena as enviou prematuramente, mas sua condenação simboliza um mínimo de alívio à perpétua dor que consome essa distinta família”, disse.

Otavio Ventureli(da redação com G1)

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA