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Produções sustentáveis e apresentações artísticas marcam 3ª edição da Feira Gaia

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Com caráter itinerante – a fim de revelar e oxigenar espaços culturais da cidade – a 3ª edição da Feira Gaia ocorre neste sábado (16.10), no Museu de História Natural Casa Dom Aquino. Dezenas de stands e apresentações artísticas podem ser conferidas das 16h às 23h, com entrada gratuita. Ativistas do meio ambiente e da cultura indígena de Mato Grosso também tem participação especial.

Movidas pela vontade de transformar o meio em que vivem, a artista visual Adriana Milano e a especialista em conexão de negócios Bruna Ângelo assumiram protagonismo social, impulsionando a formação de uma rede que vem crescendo dia a dia.

A feira inclui artistas e empreendedores criativos que apostam na força do coletivo para exibir suas produções pautadas por valores sociais e ambientais a um público consumidor exigente e consciente do peso de suas escolhas. O artesanal e o sustentável são comuns a essas produções.

Ações paralelas, como de plantio e doações de árvores para a cidade conhecida por suas altas temperaturas e pouca iniciativa do poder público no sentido de mitigar o calor, intercalam as edições da Feira que neste ano, ganha ainda mais força com o incentivo da Lei Aldir Blanc. O projeto da 3ª edição foi aprovado pelo edital MT Criativo da Secretaria de Estado de Cultura, Esportes e Lazer de Mato Grosso.

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Bruna conta que o ambiente gera não só bons negócios aos expositores, como também, novos projetos. “Os empreendedores comercializam suas peças, tornam sua marca conhecida e ainda acabam por se conectar a outros projetos. Nossa intenção é estimular também a formação de novos coletivos. Acreditamos no poder da coletividade na construção de um futuro melhor”.

A seu lado, Adriana reforça a premissa da Feira Gaia. “Queremos contribuir para um mundo mais justo, fomentar o empreendedorismo voltado ao desenvolvimento sustentável e promover discussões que vão de encontro às necessidades urgentes de nosso planeta”.

Lançamento

A partir das 16h, o jornalista Lucas Rodrigues lança na Feira Gaia seu segundo livro de contos, intitulado “Mascote do Caos”. O livro reúne 30 contos que misturam ficção e realidade, em uma espécie de “cronicontos”, cujos personagens variam entre pessoas comuns, celebridades (e subcelebridades) e até objetos – em tese – sem vida.

Ainda, 50% do valor arrecadado no lançamento será destinado à Associação Lunaar, que atua no resgate, cuidado e alimentação de cães e gatos.

Programação oficial

O Museu de História Natural Casa Dom Aquino, equipamento cultural da Secel-MT fica na avenida Beira Rio, 2000, no bairro Porto.

16h – Abertura Oficial da Feira

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17h – Participação de Anna Maria Ribeiro, historiadora, etnóloga e escritora

17:15h às 18:15h – Projeto Piano Gente – Piano ao pôr do Sol

18:20h às 18:40h – Participação de Darlene Yaminalo Taukane, do povo Kuiakware (Paranatinga). Ela é formada em Letras pela UNIC e tem Mestrado em Educação Escolar Indígena pela Universidade Federal de Mato Grosso. Coordena o Instituto Yukamaniru de Apoio às Mulheres Indígenas Bakairi e o Projeto Kywagâ que desenvolve linhas de modas indígena do Povo Kurâ Bakairi.

18:40h às 19:20h – DJ Renato Milano

19:20h –  Participação de Cleide Arruda, engenheira florestal, mestre em Ciência Florestal e Ambiental e diretora do Instituto Kurâdomôdo Cultura

19:30 – DJ Renato Milano

20h às 21h – Projeto Elã – DJs Henrique Santian e Paula Dias

21h às 23h – Raul Fortes, Raoni Ricci, Rodrigo Mendes e músicos convidados

Programação Simultânea

Theatro Fúria, com Pericles Anarckos e Carolina Argenta; Coma a Fronteira, com Caio Ribeiro; Spectro Lab Cena, com Douglas Peron e Millena Machado; Projeções fotográficas com imagens de Rai Reis, João Reis, Diogo Diógenes, José Medeiros e Henrique Santian. Também haverá lançamento do livro Mascote do Caos, de Lucas Rodrigues.

Fonte: GOV MT

 

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Projetos do Case Cuiabá contribuem na ressocialização de adolescentes em conflito com a lei

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“A nossa intenção é tirar os adolescentes do mundo de delitos e apresentar a eles um mundo melhor. Um mundo com perspectiva de vida e uma profissão”, esta é a missão de todas as unidades de internação de menores, que cumprem medidas socioeducativas de Mato Grosso, conforme destaca o diretor de internação masculina do Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) de Cuiabá, Urias Avelino Dantas.

Em busca de fazer valer esta missão, a unidade abre os portões para diferentes parcerias, que possam propiciar a construção de uma nova perspectiva aos adolescentes em conflito com a lei. Atualmente, além das atividades como ensino, esporte e música, os internos também têm aulas de informática, produção e comércio de hortaliças, entre outros.

Este plano vem rendendo resultados positivos, principalmente quando se trata do comportamento dos menores que participam dos projetos. Segundo o diretor, o envolvimento desses adolescentes em delitos dentro da unidade reduziu em 80%, nos últimos anos. “A mudança vai desde a forma de conversar até as maneiras de tratar os servidores da unidade”, comemorou.

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Além de introduzir diferentes atividades para tornar a rotina dentro da unidade mais humana, também são realizadas rodas de conversas entre os servidores e os adolescentes para que eles possam identificar um estilo de vida diferente do habitual. “Novos aprendizados, conhecimentos e até uma nova profissão para criar melhor perspectiva de vida e permitir sair do mundo em conflito com a lei e conhecer um mundo melhor”, disse.

Ao contrário do Sistema Penitenciário, nos Centros de Atendimentos Socioeducativos, os internos não são beneficiados com redução do período de medidas restritivas para realizar essas atividades e, mesmo assim, os projetos englobam até 50% dos adolescentes que cumprem medidas socioeducativas, mesmo em atividades de manutenção e limpeza da unidade.

Na unidade, a maior parte dos internos está cumprindo medidas socioeducativas por delitos de alto potencial, como atos análogos a homicídio, latrocínio e tentativas. Nem por isso, os servidores deixam de desempenhar seu papel. “Nós estamos tentando fazer algo de melhor e dando a oportunidades para eles serem novos cidadãos. Se a gente conseguir recuperar 40 adolescentes por ano é algo extraordinário’, disse.

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Por isso, o diretor do Case Cuiabá acredita que este número é positivo e deve ser comemorado. “Nós apresentamos um mundo melhor aos adolescentes e eles têm absorvido muito bem essas atividades”.

O resultado positivo só foi possível através de programas e projetos que são desenvolvidos em parceria com outras instituições como Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Prefeitura de Cuiabá e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), que oferecem oportunidades para os adolescentes despertarem uma perspectiva totalmente diferente da vivida até antes de entrar na unidade.

Fonte: GOV MT

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