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Provocado durante live, Governador dá uma “cornetada” no Bahia afirmando que “parece que o time pegou Covid” e é aconselhado à dormir

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Os tropeços nas finais da Copa do Nordeste  e do Campeonato Baiano  elevaram a pressão dentro do Bahia e motivaram críticas até do alto escalão do governo estadual.

Após o time perder o título regional para o Ceará e empatar sem gols com o Atlético de Alagoinhas, no primeiro jogo da decisão do Baianão, o governador Rui Costa, torcedor declarado do Tricolor(foto no estádio da Fonte Nova em Salvador), ativou o modo corneta e questionou as atuações recentes da equipe comandada por Roger Machado.

– Não consigo entender. Por algum motivo, parece que o time inteiro pegou Covid e está se recuperando. Não corre, não tem ânimo. Ontem parecia onze amigos antigos que não se encontravam há muito tempo, anos sem se ver, e resolveram juntar para bater um baba contra o Atlético de Alagoinhas. Parecia isso. Onze jogadores, cada um tentando solucionar seu problema, sem esquema tático, sem jogadas organizadas. Repetição de coisas sem nenhuma criatividade. Lamentável essas duas partidas do Bahia. Muito triste. Se for para o Campeonato Nacional assim, é preocupante. Infelizmente, teremos que fazer conta de chegada para não cair para a série B – pontuou Rui Costa durante live transmitida na noite desta quinta-feira(06).

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As críticas foram uma resposta a uma provocação recebida pelo governador. Durante a live, após falar sobre temas relacionados a transporte, moradia e saúde, uma pessoa enviou uma mensagem na qual perguntava o que Rui Costa havia achado dos jogos do Bahia. Aos risos, ele explicou que acompanhou as partidas contra o Ceará e Atlético de Alagoinhas pela televisão, mas teria sido melhor colocar o sono em dia.

– Assisti. Minha mulher me perguntou se agora todo dia é jogo do Bahia. Assisti na terça, ela perguntou se o Bahia estava perdendo, eu disse que estava, e ela me perguntou por que eu não ia dormir. Ontem ela passou e perguntou se tinha jogo de novo. Olhou e viu que era Bahia e Atlético. Perguntou que Atlético era, se era o de Minas. Eu disse que era o de Alagoinhas. Ela falou que estava 0 a 0 e disse que era melhor eu ir dormir antes que tivesse um problema no coração. Assisti ao jogo até o final, infelizmente, disse o Governador aos risos.

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Otavio Ventureli(com GE)

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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