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Comunista Pé no Chão diz que Juízes eleitorais são “podres”, “piores que cachorro” e “fedem” após ter sua candidatura indeferida

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O candidato a prefeito de Sorriso MT, Júnior Pé no Chão(foto), comunista declarado,  usou as redes sociais para reclamar sobre o indeferimento de sua candidatura pelo Ministério Público Eleitoral (MPE).

Em vídeo, ele afirma sofrer perseguição da Justiça Eleitoral e que o promotor e o juiz que conduziram essa ação são uma “cambada de podres” e que não foram imparciais ao atuar em seu processo.

Figura polêmica no município, Júnior Pé no Chão gravou um vídeo de mais de 7 minutos criticando sua candidatura ter sido barrada. No site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o motivo para o indeferimento é a ausência de quitação eleitoral. Na postagem, ele alega que o problema está em uma prestação de contas de 2016, na qual teve problemas com o advogado.

“Eles para mim não passam de um cachorro morto. Eles fedem, têm problema. Eu acho que eles descarregam tudo em uma pessoa. São podres, piores que cachorro, vocês querem atrapalhar a candidatura dos outros para beneficiar candidatura de vocês”, critica o comunista.

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Além de informar que está recorrendo da decisão, Pé no Chão também chamou a Justiça Eleitoral de “cambada de podres”, pois teria tentado denunciar as irregularidades sobre a atuação da Justiça Eleitoral, mas não foi ouvido.

“Já tinha falado com o corregedor, aquele safado, junto com aquele outro juiz safado, tudo ladrão, recebendo salário do povo e não age”, afirma ele, sem citar os nomes dos envolvidos.

Caso a saída do comunista seja mantida, a eleição em Sorriso passa a ter apenas dois concorrentes. O atual prefeito, Ari Lafin (PSDB) e o deputado estadual Xuxu Dal Molin (PSC).

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Rivais da criminalidade executam a tiros na tarde desta sexta-feira(23) em Cuiabá um dos maiores traficantes de droga de Mato Grosso

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Foi executado na tarde desta sexta-feira(23),  em Cuiabá, Edson Gonçalves de Jesus, conhecido por Disson, considerado um dos maiores traficantes de drogas da região do Pedregal e Renascer, na capital.

Disson foi a executado a tiros, possivelmente por rivais da criminalidade. Policiais do 3º Batalhão da Polícia Militar confirmaram a morte do traficante.

Conforme as primeiras informações, os bandidos que executaram Disson perseguiam ele, já que o carro dele foi atingido por outro veículo, antes de ser disparado os tiros.

  Prisão em 2012

Em 2012, Disson foi preso por policias da Rotam, durante uma confusão em um posto de combustível na avenida Miguel Sutil em Cuiabá.

Na aboardagem, os militares encontraram com Disson um revólver calibre 38 com numeração raspada, 6 munições e R$ 23 mil em dinheiro.

Ao ser dada a voz de prisão, o acusado tentou sobornar os militares. Ele ofereceu metade do dinheiro para ser liberado.

Conforme informações da PM, à época, após realizar a prisão uma funcionária do posto informou que foi forçada anteriormente pelo suspeito Edson a guardar a arma atrás do balcão.

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Disson tem várias passagens pela polícia e costumava intimidar todos que o atrapalhavam em sua prática de crimes.

Segundo informações colhidas no local do crime, “Disson” já não estava tão atuante no tráfico de drogas no Pedregal. Uma facção criminosa passou a comandar o comércio de entorpecentes na região.

Populares disseram que integrantes dessa facção chegaram a intimidá-lo a ingressar no grupo. Como ele se recusou, passou a ser ameaçado.

 

 

Otavio Ventureli(da redação)

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