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Santos abre o placar na Vila Belmiro mas no inicio do segundo tempo Fortaleza empata e jogo pela 12ª rodada do Brasileirão termina em 1 x 1

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Santos e Fortaleza empataram por 1 a 1 na noite deste domingo(27), na Vila Belmiro, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Madson abriu o placar para o Peixe no primeiro tempo, mas o Leão empatou logo no começo da etapa final com Gabriel Dias. As duas equipes tiveram oportunidades para vencer a partida. O Peixe, é verdade, esteve mais perto disso. Mas a equipe de Rogério Ceni se segurou bem e também deu trabalho ao rival no campo de ataque.

Era previsto um time misto do Peixe contra o Fortaleza, por conta da partida decisiva contra o Olimpia (PAR), nesta quinta-feira (01), pela quinta rodada do grupo G da Conmebol Libertadores, porém apenas o lateral Pará e o meia Carlos Sánchez foram preservados e ficaram no banco de reservas. Além de Lucas Veríssimo, com um edema muscular, que desfalcou o clube.

Com isso, Cuca optou por manter o meio-campo com Diego Pituca como primeiro homem do setor, acompanhado de Jeam Mota, canhoto, atuando pelo lado direito, e Artuhr Gomes, destro, pela esquerda.

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O Alvinegro concentrou mais o jogo em seu campo de ataque, mas tinha dificuldade na criação nos primeiros 45 minutos. O Fortaleza pouco saiu pro jogo e aguardava as chegadas do Peixe, que, por sua vez, não conseguia encontrar muitos espaços. O time insistiu em descidas pela esquerda, mas Soteldo e Felipe Jonatan estava pouco inspirados.

 

 

Otavio ventureli(da redação)

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Alegando ser “empresário, pessoa íntegra e de bons antecendentes” ex-mister Cuiabá que aprontou “bafão” em Boate pede liberdade

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A defesa do empresário e ex-mister Cuiabá, Michel Bruno Silva Batista, de 29 anos, acusado de atirar na própria esposa e um policial militar durante confusão no estacionamento da boate Nuun Garden, no último domingo (25), impetrou habeas corpus em busca de liberdade.

Segundo a peça, que aguarda julgamento na Turma de Câmaras Criminais Reunidas, sob relatoria do desembargador Paulo da Cunha, os tiros foram acidentais. Conforme defesa, após uma discussão com o PM, houve luta corporal.

O PM supostamente sacou a arma e atirou para o alto. Michel Bruno tomou a arma, efetuando, ainda confirme defesa, disparos acidentais que atingiram a mão esquerda do policial e o braço esquerdo de sua companheira.

O ex-mister argumenta que é empresário, “pessoa íntegra, de bons antecedentes e que jamais respondeu a qualquer processo”.  Conforme defesa, “todos procedimentos movidos em seu desfavor estão encerrados, sem condenação, e, o mais recente, data do ano de 2018 (há dois anos), sendo que os demais datam dos anos de 2015 e 2016”.

Segundo os advogados, não há necessidade de prisão. “Inexistem os pressupostos de que, estando em liberdade, constituiria ameaça à ordem pública, prejudicaria a instrução criminal ou se furtaria à aplicação da lei penal em caso de condenação”.

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 Há pedido liminar para revogação da prisão preventiva. No mérito, o pedido é para que a liminar seja confirmada.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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