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Secretaria de Assistência Social mantém serviços de abordagem social; 30 mil atendimentos em seis meses em Cuiabá

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A Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência realiza com frequência ações de abordagem para busca ativa da população em situação de vulnerabilidade social na capital. Esse levantamento é para administrar e oferecer os serviços socioassistenciais ofertados pelas unidades dos Centros de Referência Social (Cras).

As equipes de Proteção Social Básica e Especial estiveram, nesta quarta-feira (21), na região do CPA para fazer um levantamento sobre as famílias em situação de vulnerabilidade. O objetivo é identificar às famílias mais carentes visando promover a inclusão destas pessoas junto aos serviços socioassistenciais ofertados pela Política Assistencial de Cuiabá.

Foram identificadas 80 pessoas em situação de vulnerabilidade. Deste total, 70% não estavam referenciadas pelos Cras de abrangência. O município conta com 14 unidades distribuídas nos bairros Jardim Araçás, CPA, Novo Horizonte, Jardim União, Planalto, Tijucal Getúlio Vargas, Osmar Cabral, Pedra 90, Dom Aquino, Pedregal e Dr. Fábio.

“Esses levantamentos são realizados continuamente pela Secretaria de Assistência Social e é a partir deles que identificamos as necessidades básicas e emergenciais, como também se já recebem os benefícios eventuais concedidos (cestas básicas, caixas de leite) ou se já estão inclusos nos serviços de Proteção Integral a Família (PAIF) e Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) ou em cursos de qualificação profissional como o Qualifica Cuiabá”, explicou a coordenadora da Atenção Básica, Failse Cibele.

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Conforme levantamento do Registro Mensal de Atendimentos (RMA), nesse primeiro semestre de 2021, foram realizados cerca de 30 mil atendimentos individualizados e mais de 13.739 benefícios foram entregues como cestas básicas, caixas de leite e kits natalidade (cestas com produtos essenciais para os cuidados com os recém-nascidos).

Já em todo ano de 2020 foram realizados 57.676 atendimentos individualizados e 8.184 entregas de benefícios eventuais (cestas básicas e caixas de leite e kits de natalidade).

Os atendimentos às famílias em situação de vulnerabilidade social nesse momento de enfrentamento ao coronavírus estão mantidos, apesar das atividades coletivas estarem suspensas. Cada Centro de Referência da assistência Social adotou estratégias para garantir o suporte às famílias assistidas, criando ferramentas que possibilitam o acompanhamento, dentre estas estratégias temos a criação de grupos de Whatsapp como um canal de interação entre os assistidos e as equipes técnicas de cada unidade. “E para aquelas pessoas que não possuem acesso ao meio virtual, à equipe telefona para saber como estão e se precisam de auxílio”, disse a coordenadora Técnica de Gestão da Secretaria de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, Patrícia Aparecida de Arruda Cavalcante.

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A partir do levantamento realizado nesta ação, a Secretaria de Assistência Social do Município objetiva promover a inclusão destes usuários junto aos serviços de acordo com o que preconiza a Política de Assistência Social, afirma Patrícia Cavalcante.

 

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Agosto Dourado: “Leite materno é alimento de ouro nos primeiros seis meses de vida”, afirma pediatra

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Agosto é o mês do aleitamento materno, dedicado à proteção, promoção e apoio à amamentação, também chamado de Agosto Dourado, que ganhou este nome, de acordo com a pediatra e patologista Natasha Slhessarenko, credenciada ao Mato Grosso Saúde pela Clínica Vida, por ser o leite materno o alimento de ouro para os bebês nos primeiros 6 meses de vida.

“No leite materno encontram-se todos os elementos necessários para bem nutrir os nossos bebês, não precisando dar nem água nestes primeiros seis meses. Ele também funciona como importante complemento alimentar até os dois anos”, ressalta a médica.

A pediatra explica que a quantidade e a qualidade das proteínas, carboidratos e gorduras presentes no leite materno são adequadas e garantem o crescimento e desenvolvimento saudáveis das crianças.

“Após os 6 meses de vida é importante que se introduzam alimentos complementares, de maneira gradual, sempre orientado pelo pediatra, garantindo a manutenção da boa nutrição”, orienta a especialista.

No leite materno também encontram-se anticorpos contra todas as doenças que a mãe já teve e também das vacinas que tomou. Estes anticorpos protegem as crianças destas doenças.

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Recentemente trabalhos científicos demonstraram a presença de anticorpos contra a Covid-19 no leite de mães que tomaram a vacina Coronavac. A pediatra lembra ainda que amamentar assegura um crescimento saudável e reduz em 33% os riscos de doenças crônicas na idade adulta, incluindo obesidade, diabetes e pressão alta.

“O aleitamento materno é capaz de evitar a morte anual de mais de 1 milhão de crianças menores de cinco anos”, alerta Natasha Slhessarenko, que representa Mato Grosso no Conselho Federal de Medicina (CFM).

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